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Meditação diária de 31/10/2017 por Flávio Reti

31 de outubro
Dia das bruxas

Deuteronômio 18:10   “Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro e nem feiticeiro”

Qualquer criança já sabe que nos Estados Unidos costuma-se celebrar o dia das bruxas com o nome de Halloween e que está se alastrando por vários países do mundo, inclusive no Brasil. As crianças costumam enfeitar a casa com enfeites assustadores, se vestem com fantasias de duendes, de bruxinhas, esculpem uma caveira numa abóbora e colocam dentro uma vela para assustar os amiguinhos. Sua origem tem pouco a ver com a maneira que essa brincadeira popular teve origem. Seu nome deriva de All Hallow eve que na realidade significa, em Inglês, “véspera de todos os santos”, exatamente porque no dia seguinte, 1º. de Novembro, é o dia de todos os santos em várias culturas. Bem, vamos fazer diferença entre a origem do nome, a etimologia, e o significado completamente diferente que vem ganhando a brincadeira. Como a igreja católica sempre teve a dominação religiosa no mundo ocidental, com ascendência sobre reis e presidentes, o papa Gregório III, ou terceiro, mudou a data do dia de todos os santos de 13 de maio, que era a data do festival romano aos mortos, para 1º.de novembro. Ele quis aproximar a celebração dos mortos com o dia de todos os santos numa tentativa de cristianizar a comemoração dos romanos aos mortos. Há uma série de explicações para definir o dia das bruxas. Usava-se queimar a palha das colheitas e ao subir a fumaça indicava o rumo a seguir pelas almas que, segundo a igreja católica, estavam no purgatório e também servia para expelir a bruxaria e a peste negra. Coisas da Idade Média espalhadas no tempo e locais diferentes. Não há uma prova conclusiva de onde veio a comemoração do dia das bruxas.

Mas uma coisa sabemos, desde os dias de Moisés, quando dava instrução ao povo recém saído do cativeiro e que precisavam de informação clara e concreta de como viver sob a direção de Deus que agora estava começando cumprir a promessa feita lá atrás para Abraão, de que faria dele uma grande nação, Deus já deu instruções para Moisés repassar ao povo de que “não deveria se achar no meio deles ninguém que oferecesse sacrifícios humanos, que fosse adivinhador, que fosse futurólogo ou feiticeiro”. A feitiçaria havia sido proibida pela lei mosaica, sob pena de morte, embora de tempos em tempos houvesse sido praticada secretamente por judeus. Essa instrução fazia sentido porque eles estavam entrando nas terras dos povos pagãos onde todas essas coisas eram praticadas na ordem do dia e consideradas comuns. A feitiçaria é tão velha quanto a origem do homem, desde que satanás, disfarçado em serpente, usou-a como médium para falar com Eva, a feitiçaria está no mundo. Dentro de Israel, os feiticeiros deveriam ser mortos, era ordem de Deus (Ex.22:18; Lev.20:27).

Atualmente o que enfeitiça o homem não são mais as aparições diretas de satanás com suas tentações, seus sofismas, sua argumentação diabólica. São os feitiços modernos. Hoje os homens se deixam levar pelo carrão, pela mansão, pelo status de superioridade, pela cultura, pelo dinheiro, estas são as atrações modernas que enfeitiçam os homens e as mulheres igualmente.

Arrepia-nos saber que no céu não entrará feiticeiro e nem enfeitiçados (Ap.21:8; 22:15), que ficarão de fora os feiticeiros, as bruxas do Halloween, e outros pecadores contumazes dos nossos dias.

O próprio nome da feitiçaria está agora mantido em desprezo. A pretensão de que os homens podem comunicar-se com os espíritos maus é considerada como uma fábula da Idade Média. Mas, o espiritismo, cujo número de conversos pode ser contado em centenas de milhares, e mesmo milhões, tem conseguido entrar nos círculos científicos, invadido igrejas e achado favor nos corpos legislativos e mesmo nas cortes reais – este colossal engano é o reavivamento numa nova máscara da feitiçaria condenada e proibida no passado” (História da Redenção, p.395).                                                       
“Onde quer que uma influência esteja afastando de Deus os homens, ali está Satanás exercendo seu poder de feitiçaria. Quando os homens se rendem a sua influência, antes de darem conta, a mente está desviada e a alma poluída. Devia ser ouvida pelo povo de Deus hoje, a admoestação do apóstolo à igreja de Éfeso (Ef. 5:11): “E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas, antes, condenai-as” (Atos dos Apóstolos, p. 290).

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