Feliz Semana !!
30/05/2020
Meditação diária de 01/06/2020 por Flávio Reti – Fotocélula
01/06/2020

Meditação diária de 31/05/2020 por Flávio Reti – Fósforo

31 de maio

Mateus 6:24  “Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar a um e amar o outro ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro”

Fósforo

Henning Brand, em 1669, um alemão da cidade de Hamburgo, descobriu o fósforo em inúmeras combinações às quais deu o nome de fosfatos. Fósforo é um dos nutrientes vegetais que as raízes absorvem e ele se incorpora nas plantas e nos frutos, passa para os consumidores e volta ao solo nos excrementos. É assim que os excrementos das aves, chamados de guano, contendo muito fósforo é recolhido e reaproveitado nas fertilizações das lavouras para reiniciar o ciclo. O fósforo, em forma de fosfato, tem inúmeras aplicações: nos adubos empregados na agricultura, na fabricação de lâmpadas de sódio, no revestimento dos tubos dos televisores de tubo e no interior das lâmpadas fluorescentes, no confeito para bolos e produtos de confeitaria, entra na produção de aço e de bronze, empregado nas bombas incendiárias e nas bombas de efeito moral pela polícia, usado nas pastas de dentes, nos detergentes, nos pesticidas, nos fogos de artifício, usado nos medicamentos para prevenir osteoporose, artrite reumatoide, artrose, cálculos renais, em medicamentos para as funções mentais e também nos chamados fósforos de segurança, esse mesmo que você usa para acender a chama do seu fogão. Nas células do corpo humano ele tem um papel importantíssimo e complicadíssimo para leigo entender. Ele entra na formação molecular do ADN e do ARN e também do ATP, adenosina trifosfato. As células do corpo o utilizam para transportar energia e impedem a alcalinização do protoplasma. Ele entra na queda da mortalidade infantil, na redução da fecundidade, no aumento da expectativa de vida desacelerando o envelhecimento, evitando as doenças degenerativas. E quer saber como Henning Brand descobriu tudo isso? Destilando uma misturanga de urina com areia procurando o que se chamavam naquela época de “a pedra filosofal”, uma utopia. A ureia vaporizou, sobrou um pó branco que brilhava no escuro. É por isso que até hoje as substâncias que brilham no escuro de chamam fosforescente. Henning tentou manter segredo de sua descoberta, mas um britânico de nome John Walker descobriu um composto que incendiava ao ser friccionado e assim nasceu o fósforo que você compra nas caixinhas e cujo cheiro ruim eu, particularmente, detesto. De início era algo perigoso porque soltava faíscas, queimava as pessoas e a roupa delas, até que um Austríaco de nome J. Siegal conseguiu fabricar os primeiros fósforos mais seguros e por isso você ainda encontra escrito na caixinha “fósforo de segurança”. Falando em segurança, como as pessoas o veem e o consideram? Uma pessoa confiável, segura? Ou alguém que representa perigo como o fósforo inicialmente? Oxalá fôssemos como o elemento fósforo que participa de tanta coisa, de tantos compostos, sempre ajudando, a favor e nunca atrapalhando, contra. Fósforo é um elemento útil, e você, que é uma pessoa, para que serve?

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