Meditação diária de 29/07/2019 por Flávio Reti – Robert Stephenson Smyth Baden-Powell
29/07/2019
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30/07/2019

Meditação diária de 30/07/2019 por Flávio Reti – Monia Samille Lewinsky

30 de julho

Hebreus 12:14  “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”

Monia Samille Lewinsky

A imprensa e a Televisão vivem de especular sobre denúncias e escândalos e não foi diferente quando surgiu na imprensa o nome de Monica Lewinsky, uma estagiária da Casa Branca durante a administração do ex-presidente Bill Clinton. Toda a imprensa e a televisão caíram em cima como abutres sobre a carniça, cada um com o bico mais afiado que o outro, para explorar, dissecar o caso Monica Lewinsky e seu envolvimento com o presidente. Monica não era uma prostituta, era uma moça como muitas outras, que cresceu e estudou na costa oeste, na Califórnia, e que depois da universidade conseguiu um estágio remunerado na Casa Branca, a serviço do presidente, nada anormal até aqui. Se foi assediada ou não, ninguém sabe, mas veio a público um comentário escandaloso de que Monica havia tido um caso com o presidente Bill Clinton e a imprensa começou malhando como um grande escândalo, ainda mais se tratando de um presidente. Ambos negavam as acusações, mas Monica confiou numa secretária de nome Linda Tripp que, sem que Monica soubesse, estava gravando toda conversa telefônica que mantinha com Monica e ainda espevitava para arrancar ainda mais informações. Não muito depois, quando o comentário nos jornais e na televisão já estavam no auge, Linda Tripp entregou as gravações para um consultor de nome Kenneth Starr. Na acareação Monica admitiu orgias sexuais no salão oval da Casa Branca confirmando todo o comentário que a essa altura já havia se alastrado pelo país inteiro e no exterior também. Aconteceu que o presidente negou todo tempo enquanto pôde, mas finalmente foi acusado de crime de perjúrio, aquele de mentir perante o juiz num tribunal e que aqui no Brasil de chama falso testemunho e que é ilegal fazer afirmação falsa, negar ou esconder a verdade em processos judiciais ou em inquéritos policiais. Verdade é que a linha presidencial americana ficou manchada com o que se chamou de “Escândalo Lewinsky” e Clinton, na ocasião, negou publicamente, em cadeia nacional, que não havia tido nada com Monica. O assunto detalhado sordidamente e por ter sido com o presidente da maior nação do mundo deu à Monica um período de popularidade, de celebridade como “a cobiçada” símbolo sexual. A onda passou, Monica não ganhou nada com isso, o presidente caiu no esquecimento, hoje Monica é dona de sua loja onde vende bolsas de sua própria grife. Como gostou da exposição na mídia e de se sair como a mulher do ano, ela participou de um ‘Reality Show” chamado Mr. Personality. Atualmente ela mora em Londres e já concluiu seu mestrado em Psicologia Social. Mas dificilmente será apagada da história americana o caso Lewinsky, ainda mais porque em 1999 foi lançado nas bancas e nas livrarias o livro “Monica’s Story” detalhando seu caso com o ex-presidente Bill Clinton. O que eu não posso escrever aqui está lá no livro, coisa muito suja e sórdida, impensável de ser praticado por um presidente da nação mais poderosa do mundo e por uma moça sem escrúpulos de falar o que teve a coragem de fazer.

É para se pensar quando a bíblia diz que os devassos e impuros não entrarão no reino dos céus (Ef.5:5).

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