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29/07/2017
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29/07/2017

Meditação diária de 29/07/2017 por Flávio Reti

29 de julho

Dia da identificação

Mateus 26:69    “Ora, Pedro estava sentado fora, no pátio, e aproximou-se dele uma criada que disse: Tu também estavas com Jesus, o galileu”

A cédula de identidade sempre foi conhecida popularmente por carteira de identidade ou RG (de Registro Geral), é o documento nacional de identificação civil no Brasil. Ela contém o nome, data de nascimento, data da emissão, filiação, foto, assinatura e impressão digital do polegar direito do titular. Sua emissão é de responsabilidade dos governos estaduais, entretanto a cédula de identidade tem validade em todo território nacional. É interessante notar que não existe restrição legal à solicitação de outra cédula num outro estado da Federação, bastando ir à repartição expedidora, levando a documentação necessária, e solicitá-la. Assim é possível que o cidadão tenha mais de um documento de identidade de estados e numeração diferentes, todos totalmente válidos em todo o país.

A polícia tem outros métodos de identificação quando quer chegar a uma definição de algum crime ou de algum criminoso. A Impressão digital é a identificação mais popular em uso. Há instrumentos tanto para comodidade quanto para a segurança (abre cofres e portas com fechaduras biométricas).  As veias da palma da mão são consideradas o instrumento com maior grau de segurança e de reconhecimento. A probabilidade de falso reconhecimento é de 0,00008%. No Brasil, o banco Bradesco já instalou o “PalmSecure”, em seus caixas eletrônicos. A tecnologia é considerada não-invasiva (não é necessário toque ou luzes nos olhos) e rápida.  A Íris é utilizada para controle de fronteira na Arábia Saudita, devido ao grande volume de peregrinos que entram em Meca. Nos EUA, usa-se também no processo de aceleração da revista de passageiros. Em São Paulo, clínicas e academias já implantaram. Baseada nos anéis coloridos do tecido que circunda a pupila, é diferente da leitura de retina, que se baseia na análise de vasos sanguíneos no fundo dos olhos. Alguns leitores de íris lançam luzes, o que os torna “invasivos”. A possibilidade de existirem duas íris idênticas é quase tão remota como no caso das veias da mão.

Formato da Face, outro meio onde a imagem é captada por meio de scanner, que traduz em códigos imagens em duas dimensões. O sistema pode ser incômodo ao usuário, já que óculos e adereços não raro atrapalham no processo de captura. O tempo levado para a leitura facial também é mais alto do que os demais sistemas. A Voz é outra maneira de identificação e já está em celulares e atendimento de bancos por telefone. Trata-se de biometria comportamental, mas possui baixa precisão. Rouquidão e vozes parecidas podem confundir o sistema.

Já se fala em outras formas de identificação para o futuro, tais como um sensor de odores, a arquitetura da orelha, calor da face, análise de ondas cerebrais. Por enquanto são especulações, mas as técnicas de identificação estão se desenvolvendo e se tornando necessárias para a segurança individual como patrimonial.

Nosso verso acima assinala o momento em que uma criada, sem usar método moderno algum, identificou Pedro quando ele estava sentado no pátio externo. Ela o identificou pela cara. Uma outra criada, não a mesma, também o identificou pela aparência. Em seguida ele foi identificado pelos demais, que estavam no ambiente, pela fala. Eles disseram “a tua fala te condena”.

Mas Jesus usa um método muito diferente de todos os que vimos nesse devocional. Ele que já gravou cada um nas palmas de sua mão (Is.49:16). As marcas dos cravos nas mãos de Jesus são a prova de nossa identidade e tão seguras que toda a eternidade não será capaz de apaga-las ou de alterá-las. Eu confio na identificação de Jesus, sei que meu nome está lá, nas palmas das suas mãos.

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