Meditação diária de 28/07/2020 por Flávio Reti – Microscópio
28/07/2020
Meditação diária de 30/07/2020 por Flávio Reti – Modem
30/07/2020

Meditação diária de 29/07/2020 por Flávio Reti – Mimeógrafo

29 de julho

João 13:15 “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também”

Mimeógrafo

Algumas pessoas dizem que o mimeógrafo era a máquina de xérox da década de 1980, e era mesmo porque não existia as copiadoras xérox ou outras semelhantes. Mimeógrafo é uma palavra de origem grega (mimeo + grafia) e você vai se lembrar da palavra mímica, que significa imitar, logo mimeografia é a imitação da grafia. Era uma máquina, inicialmente manual, de fazer cópias, movida a manivela. Utilizava uma matriz chamada de estêncil que quando em contato com outro papel embebido em álcool liberava tinta e no papel umedecido fica a cópia tal e qual da matriz feita no estêncil. Era uma maneira de fazer cópias em série e foi muito usado pelos professores para preparar trabalhos e provas. Ele foi utilizado pela primeira vez em 1887 e só apareceu no mercado, para a venda aos consumidores, em 1880. Embora as máquinas de xérox tenham tomado conta do espaço, ele ainda é encontrado à venda nas grandes papelarias, uma prova de que ele não está tão obsoleto assim e que ainda há procura por ele. Ele é, inclusive, anunciado nos sites de vendas pela internet com informações de marca, de tipo, e outras especificações. É uma máquina simples, de baixo custo de manutenção, muito menos do que as fotocopiadoras, as impressoras conectadas aos computadores, e também os scanners. Eu mesmo ainda tenho cópias de material mimeografado que eu preparei há 20 anos quando atuava como professor e usava os serviços da mimeografia com frequência. O mimeógrafo foi mais uma invenção de Thomas Edson há 140 anos e esse foi o sistema popular e comum de fazer cópias especialmente nas escolas e no comércio. Os mais novos podem não se lembrar ou sequer ter tido contato com o mimeógrafo, mas as gerações passadas certamente se lembram da máquina e do tradicional cheirinho de álcool que ela deixava nas folhas, permeando salas de aula em dias de provas, trabalhos e outras atividades. O mimeógrafo de Edison tornou possível a todos reproduzir textos e divulgar suas ideias sem ter que recorrer ao custoso processo das gráficas e sem a necessidade de se ter profissionais especializados. Todos passaram a poder ser produtores de textos. Estamos falando de imitar, copiar, e a pergunta óbvia desse momento é: Somos nós cópias do Senhor Jesus Cristo, somos nós imitadores do meigo e manso Jesus, aquele que andava ela estradas poeirentas da Galileia sempre fazendo o bem? O apóstolo Paulo tinha essa certeza, porque ele chegou a dizer “sede meus imitadores assim também como eu sou de Cristo” (I Cor. 11:1). Será que um de nós poderia dizer a mesma coisa? “Sede meus imitadores assim como também eu sou de Cristo”?

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