Novo Encontro (28/07/2019) com o Pr. Daniel Gregório
28/07/2019
Meditação diária de 30/07/2019 por Flávio Reti – Monia Samille Lewinsky
30/07/2019

Meditação diária de 29/07/2019 por Flávio Reti – Robert Stephenson Smyth Baden-Powell

29 de julho27

Provérbios 13:21  “O mal persegue os pecadores, mas os justos são galardoados com o bem”

Robert Stephenson Smyth Baden-Powell

Aqui está um tenente-coronel do exército Britânico e fundador do Escotismo. Era filho de um professor de Oxford, mas infelizmente o pai morreu deixando sua mãe com sete filhos sendo o mais velho de 12 anos e o mais novo de 1 ano. Robert e seus irmãos gostavam de acampar e excursionar pela Inglaterra nos dias de verão. Por ter uma ascendência judaica, seu nome esteve no livro negro dos nazistas, durante a II guerra, como um dos objetivos o Terceiro Reich. Robert fez carreira no serviço militar e chegou rapidamente ao cargo de capitão ainda com 26 anos e depois a Major. Como enviado da Inglaterra ele esteve na Rodésia (hoje o atual Zimbabwe) apaziguando revoltas contra a colonização da região pelas expedições britânicas. Foi lá que ele dirigiu incursões no interior e nas selvas como chefe de reconhecimento do território inimigo e foi de lá que futuramente ele tirou ideias para a formação do clube de Escoteiros e foi nessa ocasião que ele criou seu chapéu de escoteiro pela primeira vez. Entre os nativos da tribo Ashantis ele era temido e recebeu deles o apelido de “Impisa” (o lobo que nunca dorme) devido à sua coragem e sua habilidade e perícia em seguir pistas de todo tipo. Ele havia escrito um livro “Aids to Scouting” (Ajudas à Exploração Militar) que se espalhou na Inglaterra e quando ele voltou da África, percebeu que era muito popular entre militares e crianças das escolas britânicas. Seu livro estava sendo usado como compêndio e Badden-Powel viu nisso uma oportunidade de ajudar os jovens. Ele resolveu estudar livros que falavam das experiências de jovens e os métodos usados para educação dos jovens, daí ele leu sobre o adestramento dos Espartanos na Grécia antiga, dos bretões, dos pele vermelha e assim foi desenvolvendo suas ideias e estruturas do Escotismo. Para experimentar, ele criou um grupo de 20 jovens, organizou em 4 patrulhas (Maçarico, Corvo, Lobo, Touro) e foi com eles para o Canal da Mancha a fim de realizar o primeiro acampamento da história do escotismo e tudo foi um sucesso. Em 1908 ele publicou seis fascículos do seu manual de preparação sem pensar em muita propagação, mas seus fascículos formando livros provocaram o surgimento de patrulhas escoteiras em todo o mundo. Daí que ele foi entender o alcance que um trabalho com jovens poderia ter e poderia ser o objetivo de sua vida. Foi sua visão de alcance do que ele poderia fazer pelo seu pais e pelos jovens do mundo todo criando nele o senso de cidadania. Pediu então demissão do Exército onde havia chegado a tenente-general e ingressou na sua “segunda vida”, como costumava chamá-la, sua vida de serviço ao mundo por meio do Escotismo. Em 1912, fez uma viagem ao redor do mundo para contatar os escoteiros de muitos outros países. Foi este o primeiro passo para fazer do Escotismo uma fraternidade mundial. Com 21 anos de existência o escotismo contava com 2 milhões de jovens espalhados pelos países do mundo todo. Sua esposa, incansável ajudadora, pegou carona e fundou o “Girl Guides” agregando meninas também.

Está aí uma vida de utilidade pública sem custo e sem ônus para todos. Como disse Jesus, “De graça recebestes e de graça dai”. A virtude está em fazer o bem com olhos altruístas sem pensar em retorno financeiro. Como Jesus que andava por toda parte fazendo o bem. Pergunta-se: Por onde andamos nós e o que estamos fazendo?

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