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Meditação diária de 29/03/2019 por Flávio Reti – Charles Miller Manson

29 de março

Salmos 51:14  “Livra-me dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação…”

Charles Miller Manson

Gente “boa” ele. Foi o fundador de um grupo de delinquentes que assassinou muitas pessoas na década de 60, nos Estados Unidos, inclusive uma atriz, Sharon Tate, que estava grávida na época do crime. Ele foi preso, condenado à morte, mas teve a pena convertida em prisão perpétua e morreu em novembro de 2017 com 83 anos na penitenciária estadual de Corcoran, em Bakersfield, na Califórnia. Era filho de uma adolescente de 15 anos e cujo pai nunca o reconheceu e que ele nunca conheceu. Ainda criança passou pelos internatos e abrigos de menores e passou a maior parte da vida preso, aliás, desde os nove anos de idade. Saiu aos 32 anos e começou arrebanhar jovens ricos que mantinham um mau relacionamento com os pais formando uma comunidade e para eles se intitulava a reencarnação de Jesus Cristo. Passou a morar nas ruas com um bando de malfeitores. Ele se dizia Jesus Cristo porque, segundo os jovens, ele abria novos horizontes. A própria mãe, quando não estava presa, esta derrubada sob efeito de drogas ou praticando a prostituição. Sua mãe, palavras dele próprio, chegou a vendê-lo num bar em troca de uma dose de bebida alcoólica. Ele começou a roubar nas ruas, aprendido foi para um reformatório e ao sair sempre continuava com seus furtos e roubos. Com 17 anos, dentro da prisão, colocou uma faca no pescoço de outro interno e foi mandado para uma prisão mais segura. Lá dentro ele conseguiu se alfabetizar. Ganhou liberdade condicional, saiu, casou-se, teve um filho, mas para sustentar a família começou de novo a roubar carros. Voltou para a prisão e a esposa o abandonou. Nove anos depois saiu, mas continuou como ladrão, cafetão, estuprador e golpista. Daí se deu a filósofo, arrumou um violão, estudou budismo e inventou uma tal de cientologia. Obcecado pelos Beatles, achava que um dia seria maior do que eles e até escrevia músicas. Ao sair, com 32 anos, teve contato com os hippies e criou um novo grupo de meninos e meninas que usavam drogas e eram perturbadas emocionalmente. Manson, para influenciá-las, fornecia LSD, pregava abandono da prisão mental, fruto do capitalismo, dizia ele, e juntamente com seu grupo se aproximou de ciências ocultas. Manson começou a pregar a vinda de uma suposta guerra entre brancos e negros onde os negros venceriam, mas seriam incapazes de dominar e a nação viraria um caos. A guerra deveria começar com crimes que iriam enfurecer os brancos e assim Charles Manson e seu grupo seriam levados a comandar a situação. A família Manson, como o grupo foi denominado, seria o sucessor do governo americano após o final da “guerra”. Mas como a tal guerra não aconteceu, Manson teve que ensinar outras coisas para seu grupo fazer e foi quando ele e mais alguns dos seus invadiram a casa de Sharon Tate que estava grávida e assassinaram a ela e mais quatro amigos do casal. Percebe agora, depois de ler esse relato, qual é o resultado de uma família mal começada, mal estruturada e sem Deus? Lembra do hino das crianças “Se na família está Jesus, é feliz o lar, é feliz o lar”.

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