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Meditação diária de 28/08/2017 por Flávio Reti

28 de agosto

Dia da avicultor

Provérbios 6:5    “Livra-te, como a gazela, da mão do caçador e, como a ave, da mão do passarinheiro”

Ao falar em avicultura, de pronto nos vem à mente a palavra frango. É certo que frango é uma ave, está dentro da avicultura, mas a área engloba outras aves igualmente. Poderia ser peru, codorna, patos e marrecos, galinha d’angola, avestruz, cisne, faisão, e a lista vai longe. Mas a comemoração de hoje não é da avicultura, é para o avicultor, o profissional que trabalha com aves. É aquele indivíduo que trabalha com a criação de aves para produção de ovos e carne e de aves de ornamentação. A criação de frango nos vem rápido à mente porque é produzido em maior escala. A produção de carne de frango no Brasil alcança a casa dos 15 milhões de toneladas anuais. Tudo parece favorecer o crescimento da avicultura no Brasil. O mercado interno está consumindo menos carne bovina e aumentando o consumo de carne de aves e peixes. A produção de soja e milho para fabricar ração é outro fator que ajuda no desenvolvimento da avicultura. Com isso cresce a cada dia a pessoa do avicultor. Estima-se um contingente de 19.000 apenas de produtores de aves, excetuando os profissionais que trabalham nos frigoríficos com o abate, transporte, conservação e preparo para a exportação. É um setor muito forte na economia do País. O avicultor é responsável pela criação de aves, pelo manejo, pela alimentação e pelo saneamento das granjas.

A bíblia não fala de avicultor, mas fala de um rei exótico, o rei Salomão, que “tinha navios que iam a Tarsis com os servos de Hirão (um outro rei amigo) e de três em três anos os navios voltavam de Tarsis carregados, trazendo ouro, prata, marfim, bugios e pavões” (II Cron.9:22). Ao que me consta, Salomão não era avicultor e nem criador de aves, mas trazia navios carregados com macacos e pavões. O que fazia com tanto macaco não se sabe, mas os pavões, provavelmente, eram para ornamentar seus palácios, o pátio dos palácios, afinal a glória de Salomão se espalhou e de todo mundo vinha gente para conhecer seu reino e comprovar sua fama. Aliás, pavão parece que vai bem com a realeza pelo seu porte altaneiro, imponente, elegante. Pode reparar que até hoje os reis gostam de se apresentar elegantemente bem vestidos, com carruagens puxadas por cavalos robustos, bem tratados, e tudo para impressionar.

Quanta diferença do meigo e manso Jesus, carpinteiro da humilde Galileia cuja vida é o maior exemplo de simplicidade a ponto de dizer claramente que “as aves do céu tinham ninhos, mas ele, o filho do homem, não tinha onde reclinar a cabeça” (Luc.9:58).

Da próxima vez que você vir ou souber de um avicultor, lembre-se dos frangos que você sempre vê nos balcões frigoríficos dos supermercados e relacione com os pavões de Salomão e depois conclua: De que vale tanta glória nesta terra, onde nada é para sempre, em comparação com a glória dos céus que nos esperam, onde portais de ouro se abrirão de par em par para dar entrada aos remidos de Deus? Nossa glória, a glória dos reis, são passageiras, mas a glória do céu é para sempre.

Deus tem na Terra uma igreja que está erguendo a lei pisada a pés, e apresentando aos homens o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. A igreja é depositária das abundantes riquezas da graça de Cristo, e pela igreja será finalmente exibida a última e plena manifestação do amor de Deus ao mundo, que deve ser iluminado com Sua glória. A oração de Cristo, de que a igreja fosse uma, como Ele e o Pai eram um, será afinal atendida. Será conferido o rico dom do Espírito Santo, e por seu constante suprimento aos filhos de Deus tornar-se-ão eles testemunhas no mundo, do poder de Deus para salvação” (A Igreja Remanescente, p.46). 

 

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