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28 de julho

Dia do agricultor

João 15:1   “Eu sou a videira verdadeira e meu Pai é o agricultor”

A razão do dia do agricultor ser no dia 28 de julho se deve ao fato de nesse dia em 1960 ser criado o Ministério da Agricultura, por Juscelino Kubitschek. O Brasil é um país essencialmente agrícola. Sempre nas épocas de crise econômica é a agricultura que salva a pátria e tira o País do buraco.

Atualmente, o agricultor desfruta de um bom conceito na economia brasileira e também diante da população mundial, porque é das suas mãos que provêm a maior parte dos alimentos que estão nas mesas do mundo todo. Por isso, a lembrança e a homenagem aos agricultores, mais do que justa é também necessária, porque nos remete a um dos serviços mais relevantes em favor do restante da população.

Aqui no Brasil, uma das primeiras iniciativas logo após o início da colonização portuguesa, foi o extrativismo da madeira, o pau-brasil. Em seguida vieram as monoculturas da cana, uma vez que toda a Europa precisava do açúcar. Depois do ciclo do açúcar veio o ciclo do café, mais modernamente o ciclo da soja. Agora, nesses últimos anos, o Brasil está entrando no ciclo da multicultura. O Brasil produz grãos (soja, arroz, milho, feijão, aveia) e frutas (manga, melão, melancia, uva, morango) especialmente no vale do Rio São Francisco, e carne (de frango, de porco, de boi) exportada para a Rússia e para os países árabes. A força da agricultura brasileira é respeitada no cenário mundial. O próprio governo brasileiro respeita a influência que nossa agricultura tem na economia do país e confia nela para sair de qualquer crise. A mão do agricultor é a alavanca que move o Brasil e o impulsiona para frente. Por essa razão, o agricultor goza de um bom nome na sociedade brasileira.

Os agricultores da bíblia também eram considerados homens acima da crítica. O primeiro filho de Adão e Eva tornou-se um agricultor (Gen.4:2-4). Logo após o dilúvio, Noé plantou vinha, tornou um viticultor (Gen.9:20). Posteriormente Abraão, Isaque e Jacó foram criadores de gado e plantadores de trigo (Gên. 26:12; 27:37; 30:14; 37:7). Reis de Israel eram amigos da agricultura, especialmente o rei Uzias (II Cr.26:10). Gideão quando foi chamado para ser o libertador de Israel das mãos dos midianitas, estava atrás do arado, lavrando a terra e malhando o trigo. As parábolas de Jesus sempre incluía lavradores e vinhateiros.

“O Criador escolheu para nossos primeiros pais o ambiente que mais convinha a sua saúde e felicidade. Não os colocou num palácio, nem os rodeou dos adornos e luxos artificiais que tantos lutam hoje em dia por obter. Pô-los em íntimo contato com a natureza, em estrita comunhão com os santos entes celestiais.

No jardim que Deus preparou para servir de lar a Seus filhos, graciosos arbustos e flores delicadas saudavam por toda parte o olhar. Havia árvores de toda variedade, muitas delas carregadas de aromáticos e deliciosos frutos. Em seus ramos gorjeavam os pássaros seus cânticos de louvor. À sua sombra, livres de temor, brincavam juntas as criaturas da Terra. Adão e Eva, em sua imaculada pureza, deleitavam-se nas cenas e nos sons do Éden. Deus lhes designara o trabalho no jardim, “… o lavrar e o guardar” Gên. 2:15. O trabalho de cada dia lhes trazia saúde e contentamento e o feliz par saudava com alegria as visitas de seu Criador, quando, na viração do dia, andava e falava com eles. Diariamente lhes ensinava Deus Suas lições. O plano de vida que o Senhor designara a nossos primeiros pais encerra lições para nós” (Ciência do Bom Viver”, p.261).

A vida no campo, a quietude de um simples agricultor ainda é preferível às cidades enxameadas de perigos. O ambiente campestre, ao ar livre, a radiante luz solar, flores, árvores, pomares são atmosferas salutares e vivificantes. Deus tinha mil razões colocar nossos primeiros pais para cuidar de um jardim.

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