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27/12/2020
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29/12/2020

Meditação diária de 28/12/2020 por Flávio Reti – Chuveiro

28 de dezembro

Salmos 51:2  “Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado”

Chuveiro

Um chuveiro, um item quase imprescindível em qualquer residência, é um objeto indispensável para a higienização corporal dos habitantes da casa. É um objeto bastante antigo porque nas pinturas antigas e em vasos cerâmicos antigos já se viam a existência de chuveiros, embora precários, na Grécia, no Egito e nas casas de banho de Roma. Uma vez conseguida a canalização da água, um chuveiro lá na ponta terminal era coisa fácil de se idealizar. De início, sem aquecimento, no máximo com água aquecida à parte separada da água corrente através da queima de lenha. Foi só depois do século XIX que o uso de aquecimento a gás foi introduzido nos Estados Unidos e de lá se espalhou pelo mundo europeu. Aqui no Brasil foi muito usado o sistema de fazer a água passar por uma serpentina adaptada dentro do fogão à lenha para aquecer e sair lá no chuveiro com relativa temperatura de uso. Como aqui no Brasil não havia rede de gás, nem fontes de fornecimento de gás nas grandes cidades, isso facilitou a invenção do chuveiro elétrico aqui no Brasil na década de 30, 1930 para ser exato, e isso passou a ser a principal fonte de aquecimento de água para banho. Um chuveiro, visto por dentro, é algo muito simples. Um fio espiralado feito de uma liga metálica de níquel e cromo que ao ser percorrida pela corrente elétrica se torna incandescente e ao passar água por ela o calor é transferido para a água que sai quente. No início da década de 40 surgiu em São Paulo, no bairro chamado Belém, uma indústria fabricando aparelhos e materiais elétricos de nome FAME (Fábrica de Aparelhos e Materiais Elétricos) e passou a produzir os primeiros chuveiros seguros onde a câmara de aquecimento era de vidro para evitar choque elétrico no banhista, mas a abertura da água e a ligação da chave elétrica ainda eram manuais. Em 1940, na cidade de Jaú, interior de São Paulo, um senhor de nome Francisco Canhos inventou o primeiro chuveiro automático que liberava água e ligava os contatos elétricos ao mesmo tempo acionando o circuito aquecedor e até hoje os chuveiros não se diferenciam muito disso. O advento e a popularização do plástico lá pelos anos de 1960 facilitou muitíssimo a fabricação dos chuveiros surgindo as empresas Corona, Lorenzetti entre outras. Banheiros nas casas foi uma conquista da burguesia na França, mas os romanos foram os que mais valorizaram o banho nas termas públicas. História à parte, quando Moisés fundou o tabernáculo, Deus o instruiu a colocar uma bacia, ou uma pia, na entrada do santuário para os sacerdote se banhar antes de oficiar (Levítico 16:4). Ali estava uma indicação clara de que Deus exige limpeza de seus filhos por dentro e por fora.

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