Meditação diária de 27/08/2020 por Flávio Reti – Plástico
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28/08/2020

Meditação diária de 28/08/2020 por Flávio Reti – Pluviômetro

28 de agosto

Provérbios 24:25  “Mas para os que julgam retamente haverá delícias e sobre eles virá copiosa bênção”

Pluviômetro

O pluviômetro é um aparelho de meteorologia usado para recolher água da chuva e medir, em milímetros lineares, a quantidade de líquidos precipitados durante um determinado tempo e em determinado local. Muito usado em estações meteorológicas. Diz-se que o primeiro pluviômetro foi inventado na Coreia, no ano 1441 depois de Cristo, por Jang Yeong Sil, um súdito do rei. O nome do aparelho tem origem latina, onde a palavra chuva é “pluvia” e daí temos a palavra derivada pluviômetro. Consiste de um recipiente em formato de um funil terminando com uma coluna de vidro graduado em milímetros na saída do funil metálico de maneira que durante uma chuva a água que cair dentro do funil vai ser drenada para a coluna de vidro graduado onde se fará a leitura da quantidade precipitada. Lógico que é por amostragem, porque é impossível coletar toda a agua que cai durante uma chuva, que além de irregular, pode cair mais aqui do que ali. Coletando e medindo e anotando, no final do ano se faz uma média da quantidade de chuva em milímetros que caiu na região e isso vai servir para dar informações aos agricultores, que dependendo da quantidade de chuva local saberão que tipo de semente poderá ser plantada na região, sementes que precisam de mais ou de menos chuva para produzir comercialmente. Também o resultado dessa medição pode agregar mais ou menos valor à terra da região onde está instalado o pluviômetro. Um pluviômetro não é coisa de outro mundo, é fácil até de fazer como trabalhos escolares e a meninada sempre constroem para as feiras de ciência das escolas. Mas ele tem uma lição espiritual para nós, porque ele mede a quantidade das chuvas e nós precisamos é medir as bênçãos que recebemos de nosso pai celestial. Há um hino (244 do Hinário Adventista) cujo título é CONTA AS BÊNÇÃOS e nele se lê: “Conta as bênçãos, conta quantas são, recebidas da divina mão, uma a uma, dize-as de uma vez, hás de ver surpreso quanto Deus já fez”. Nem sempre paramos para pensar nas bênçãos, mas até o ar que respiramos é bondade de Deus, o sol, a chuva que o pluviômetro sempre mede, o alimento que cresce no campo sem parar, tudo ao nosso redor dá provas de que Deus ainda cuida de nós. Outro hino (159 do mesmo hinário adventista) nos fala de chuvas de bênçãos que teremos do céu. Não é maravilhoso ver e sentir um Deus assim cuidador de nós, seus filhos?

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