Meditação diária de 27/05/2020 por Flávio Reti – Fonógrafo
27/05/2020
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28/05/2020

Meditação diária de 28/05/2020 por Flávio Reti – Fórceps

28 de maio

Salmos 119:50  “Isto é a minha consolação na minha angústia, que a tua promessa me vivifica”

Fórceps

Há algumas ferramentas que se parecem entre si, mas com finalidades diferentes. Com pouca modificação ela já se presta para outra afinidade. Por exemplo, temos o alicate, a tesoura, a tenaz, arrebitador e agora temos o fórceps, todos até parecidos um com o outro. O alicate para prender e forçar peças, parafusos, porcas, a tesoura para cortar especialmente papel e tecido, a tenaz muito usada pelos ferreiros para pegar coisas quentes da fornalha, o arrebitador para prensar arrebites onde não se pode pôr parafusos ou pregos e o fórceps para auxiliar nos partos difíceis prendendo a cabeça do bebê e forçando a saída. No processo de ajudar no parto e forçar a saída do bebê, muitas vezes ocorre esmagamento da cabeça da criança deixando a pobre indefesa criança sequelada para o resto da vida. Na obstetrícia, os médicos recorrem ao fórceps quando por alguma razão a dilatação do espaço pélvico não é suficiente para o parto natural, normal e a mulher gestante e o próprio nascituro começam a correr risco de vida. Geralmente usado quando se trata de um bebê muito grande que põe o parto em risco para um dos dois, a mulher e o bebê. Fórceps tem a ver com a palavra força, forçar, tem a mesma raiz etimológica e serve para forçar a saída da criança. Em casos de sofrimento fetal ou de exaustão da mãe, geralmente, e o bebê está prestes a nascer, já coroando como se diz, e baixo demais no corredor de parto, contraindicando uma cesariana, o médico não pode perder tempo. A lógica adequada indica o uso do fórceps (ou também de uma ventosa que faz vácuo e suga o bebê) para preservar a vida de ambos, a mãe e o bebê e apressando o término do trabalho de parto. Se o médico for habilitado, não há razão para se temer o uso de fórceps no parto e também respeitando as condições para a indicação do dito instrumento. Assim, respeitadas as condições, não haverá marcas no bebê e nem a mãe terá dificuldades para se recuperar. Tudo se passa como em parto normal, natural. Agora que estamos crescidos, não fazemos ideia de como foram as circunstâncias quando viemos ao mundo, a menos que nossa mãe nos conte os detalhes. Mas o início de uma vida é alguma coisa sensacional. A família toda espera a chegada, todos querem ajudar fazendo roupinhas, dando presentes, trazendo shampoos, fraldas, cueiros, bodies, macaquinhos e tanta coisa que a casa é uma alegria só. Mas ao chegar o dia de morrer, tudo se inverte. Ninguém espera, ninguém traz presentes, não existe alegria na casa e é só tristeza. Mas não precisa ser assim, porque Jesus disse: “Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto viverá” (João 11:26), não esta vida, mas a vida eterna com Jesus e os anjos.

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