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28/03/2019

Meditação diária de 28/03/2019 por Flávio Reti – David Livingstone

28 de março

Provérbios 23:26  “Filho meu, dá-me teu coração e os teus olhos observem a minha lei”

David Livingstone

Já ouviu falar em Zinbabue, em deserto de Kalahari na África Austral? Então vamos lá: Esse foi o palco onde se desenrolou a saga do missionário David Livingstone, um médico de Glasgow, na Inglaterra que se apaixonou pela experiência de ser missionário, pregar o evangelho para povos nativos, sendo o único branco a se aproximar de indígenas arredios e hostis no interior da África. Desde os dez anos, quando já trabalhava numa fábrica que tratava algodão e estudava à noite, ele frequentava a igreja presbiteriana e ao ouvir apelos dos pregadores que queriam enviar pregadores para a China, ele resolveu que seria possível desempenhar essa função. Logo ele começou estudar grego, medicina e teologia e foi enviado para o deserto do Kalahari, na África e por lá acabou se casando com a filha de um outro missionário. Ele se sentia fascinado estar em contato com outros povos diferentes do seu povo inglês e apresentá-los ao cristianismo. Ele se enveredou pelo rio Zambese e acabou por descobrir uma esplêndida catarata a qual ele deu o nome de Victória Falls (Cataratas Vitória) um homenagem à rainha Vitória na Inglaterra, seu país natal. Hoje, do lado Zimbabuano existe uma estátua de David Livingstone. Ele cruzou a África algumas vezes de leste a oeste, atravessando Uganda, Tanzânia e Quênia andando a pé, em carros de boi ou em canoas precárias e ao passar pelas aldeias ia tratando os doentes que encontrava e ia conquistando e fazendo amizades com os nativos. Livingstone foi um ferrenho combatente do tráfico de escravos, que embora proibido na Inglaterra, ainda era largamente praticado pelos portugueses e pelos árabes. Ele foi várias vezes acometido de malária e a própria esposa morreu de malária. Certa vez, roubado pelos guias que desapareceram com a comida, os remédios e já enfraquecido pela malária ele ainda conseguiu chegar às margens do rio Tanganica. Mas há tempo sem dar notícias, lá na Europa ele já era tido como morto e desaparecido. Um editor de um jornal enviou um de seus jornalistas, Henry Stanley, à procura de Livingstone no interior da África. Stanley o encontrou depois de meses de procura se valendo de 200 carregadores, aos 58 anos e tão magro que mais parecia um esqueleto. No momento do encontro Stanley disse: Dr. Livingstone, eu presumo? Ao que ele respondeu: Sim, e eu me sinto grato por estar aqui para recebê-lo. Stanley insistiu para que ele voltasse à Inglaterra, mas o velho missionário declinou a oferta e passou seus últimos dias na região do lago Bangweulu, na Zâmbia. Pouco tempo depois, os nativos o encontraram morto, ajoelhado, ao lado da cama. Ele havia morrido enquanto orava devido a uma disenteria e novamente malária. Os nativos enterraram seu coração e as vísceras em baixo de uma árvore, depois lavaram o corpo com sal e aguardente e deixaram ao sol para secar. Posteriormente, enrolado numa manta dentro de uma caixa feita de casca de árvore, ele foi devolvido à Inglaterra. Há muito mais, mas o espaço não permite, mas esta foi a vida de um missionário convicto. Ele se encontra enterrado na Abadia de Westminster, Inglaterra. Por acaso você já sentiu alguma pontinha do que significa ser missionário? Alguém tem que ir e pregar, e não poderia esse alguém ser você? Experimente essa aventura, faz bem para nosso espírito e ajuda os outros.

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