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27/01/2020
Meditação diária de 29/01/2020 por Flávio Reti – O Automóvel
29/01/2020

Meditação diária de 28/01/2020 por Flávio Reti – A Aspirina

28 de janeiro

Mateus 7:7  “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á”

A Aspirina

Na linguagem comum dos americanos, quase uma gíria, eles chamam todo tipo de medicamento semelhante à aspirina de “pain killer” ou se quiser traduzir “matador da dor”. Aspirina não é o medicamento, é a marca, porque na verdade o medicamento é ácido acetil salicílico, ou abreviando AAS. Como não sou médico, não posso palpitar muito sobre medicamento, mas é um fármaco para tratar dores (analgésico), a febre (antipirético), e inflamação (anti-inflamatório). Recentemente se descobriu seu uso para tratar e acudir pessoas que passam por um ataque cardíaco, porque ele diminui o risco de morte e ao longo prazo previne ataques cardíacos, previne acidente vascular cerebral, evita coágulos sanguíneos. Mas como todo medicamento, a aspirina tem efeitos colaterais perigosos, tais como a dispepsia, a úlcera péptica e o agravamento da asma, não recomendada para mulheres no final da gestação e em casos mais raros provoca zumbido no ouvido. Seu efeito já era conhecido desde o V século antes de Cristo, quando os gregos, orientados pelo famoso médico Hipócrates escreveu sobre o pó da casca do salgueiro (conhecido pra nós como chorão) e nas folhas como um pó tóxico. Em 1853, um químico francês conseguiu sintetizar em laboratório pela primeira vez o salicilato de sódio com cloreto de acetila e chegou à aspirina. A Indústria Bayer, em 1899, foi quem cunhou o nome ao fármaco de Aspirina e passou a comercializar no mundo a marca. Hoje com marcas concorrentes existem dezenas de similares com nomes diferentes e com o mesmo efeito. Você está pensando em aspirina como aquele comprimidinho cor de rosa que se perde ao cair no chão, mas a realidade é que no mundo hoje são fabricadas 40.000 toneladas deles e a quantidade envolvida chega a 120.000 milhões de pastilhas. Como os americanos calculam tudo em dólar, eles calcularam em 0,25 centavos cada dose do medicamento, assim que para um viciado em aspirina que toma 4 doses por dia, vai chegar ao final do mês gastando 30 dólares só com aspirina. É bom conhecê-la, saber da sua história, mas a aspirina, como qualquer outro medicamento, não cura a dor da alma. Muita gente amargurada pelas ruas, andam de cabeça baixa sofrendo no íntimo com alguma desilusão, alguma traição, alguma desdita que deixaram feridas na alma e não encontram alívio em fármacos naturais ou sintéticos. É que a cura nunca vai estar na casca do salgueiro, ou no cadinho do químico, a cura da alma está em Jesus e foi ele quem disse as memoráveis palavras: “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei” (Mat.11:28).

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