Meditação de Pôr do Sol 26/07/2019 por Valdir Lindemute de Araújo
26/07/2019
Meditação diária de 28/07/2019 por Flávio Reti – Josef Vissariónovitch Stalin
28/07/2019

Meditação diária de 27/07/2019 por Flávio Reti – Frederick Grant Banting e Charles Herbert Best

27 de julho

Atos 16:9  “Passa à Macedônia e ajuda-nos”

Frederick Grant Banting e Charles Herbert Best

São dois cientistas pesquisadores que ganharam o prêmio Nobel de Medicina em 1923 por ter conseguido isolar a insulina, o hormônio secretado pelo pâncreas e responsável pela absorção do açúcar nas células. O método como fizeram para isolar a insulina ou mesmo para provar os efeitos na ausência da insulina foi fazendo experiências com cães. Eles amarravam o duto que saía do pâncreas conduzindo a insulina e depois de alguns dias examinavam no sangue a presença ou a ausência do hormônio da insulina, com isso eles induziam a doença do diabete. Curioso que eles escolheram o cão para fazer suas experiências, quando os animais mais usados eram os ratos, os camundongos, os coelhos, porcos, ovelhas e macacos. O maneira como faziam era cirurgicamente removendo o pâncreas parcial ou totalmente, aplicando drogas químicas, provocando infecção com vírus. São centenas de experiências para se chegar a uma causa da presença do diabete nos seres humanos e daí a necessidade de produzir insulina para amenizar os efeitos da doença e permitir que a pessoa doente conviva com a doença. Hoje, para a produção da insulina são ainda necessários porcos e vacas, mas é quase que totalmente obtida de micro-organismos manipulados, embora não descartem os animais para testá-la. Quando Banting iniciou suas pesquisas, seu professor lhe forneceu um laboratório com alguns equipamentos e dez cães e proveu-lhe também um assistente de nome Charles Best que na época era apenas um estudante de medicina. A descoberta da insulina pelo dr. Banting foi um dos momentos mais revolucionários na medicina. Embora demorasse para se chegar à dosagem adequada e ao processo de fabricação para fazer uma insulina de boa qualidade e pura, ela veio representando realmente um milagre. Um ano antes a doença era uma sentença de morte automática e no ano seguinte já tinham esperanças de viver plenamente sendo produtivas mesmo com a doença do diabete. As estimativas mostram que deve haver no mundo ao redor de 15 milhões de pessoas diabéticas que estão vivas, mas que teriam morrido ainda jovens sem a insulina. Conclui-se, portanto, que o mundo deve aos grandes homens, cientistas muitas vezes, que dedicaram horas para concluir alguma coisa que representasse um bem para a humanidade.

Esse afã de ajudar a humanidade nos faz inquestionavelmente lembrar da pessoa de Jesus, que mesmo sendo pobre, nunca dispôs de um laboratório e nem de um hospital, no entanto curou muitos sofredores deste mundo. Nossa bíblia nos diz que ele andava por toda parte fazendo o bem e curando os oprimidos do diabo (At.10:38) e conclui dizendo que era porque Deus era com ele. Está aí uma dica importante. Nós também poderemos fazer alguma coisa de bom para a humanidade se Deus for conosco também. É sabido que sem Ele nada podemos fazer, são palavras de Jesus (Jo.15:5), logo, nossa melhor escolha é nos aliarmos ao nosso Deus assim como Frederick Grant Banting se associou a Charles Herbert Best, e pensar mais altruisticamente em fazer alguma coisa de bom. No dia do acerto de contas, por certo Deus não vai perguntar qual sua profissão, qual sua titulação, mas vai perguntar “o que você fez com os talentos que recebeu”? É mais um item para pensarmos seriamente.

Os comentários estão encerrados.