Meditação diária de 25/06/2020 por Flávio Reti – Lâmpada
25/06/2020
Comentários da Lição 13 (2º Trim/2020)
26/06/2020

Meditação diária de 26/06/2020 por Flávio Reti – Lancheira

26 de junho

Mateus 6:25  “Por isso vos digo: Não estejais ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber…”

Lancheira

Já se foi o tempo em que alunos e trabalhadores levavam seu lanche em um embornal feito de pano com uma longa alça para pendurar no pescoço. Eu usei muito o embornal quando fui para a escola. Depois, os mais poderosos financeiramente começaram com a onda de levar lanche numa lancheira que era uma maleta de mão, pequena, onde só cabiam um lanche, às vezes feitos de um pedaço de bolo, de uma torta, um pastel e uma bebida que poderia ser um suco, um refrigerante ou até uma fruta, nada mais. Mais recentemente, no Brasil, se disseminou o uso de caixas térmicas para conservar quentes as refeições e não apenas um lanche. Alguns ainda preferem levar a comida em marmitas e aquecê-las na hora do almoço ou se for mais conveniente comprar o que chamam de quentinha, uma marmita pronta comprada em algum restaurante mais próximo. Mas o uso de lancheira caiu bem no gosto da meninada de nível básico da rede escolar, porque os maiores já preferem comprar lanches nas cantinas das escolas. Devemos entender que não é só criança que usa lancheira, muitas pessoas que trabalham fora de casa, como secretárias e auxiliares administrativos levam lanche para o local de trabalho e com isso o uso de lancheira se disseminou. Não deixa de ser uma boa invenção e um bom costume moderno e atual. É possível encontrar lancheiras térmicas a preços incríveis nas lojas especializadas em utensílios domésticos e a variedade de lancheiras é muito grande. Sabe o que estou enxergando com isso, com essa moda de usar lancheira nas escolas e no trabalho? Enxergo uma preocupação com comida e me lembro de que a palavra de Deus disse que “o reino dos céus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo” (Rom.14:17). Devemos ampliar um pouco mais nossa visão de mundo, nossa maneira de ver a vida, para entender que o reino do céu está muito acima das picuinhas desta vida mesquinha que levamos aqui. Vivemos tão centrados nas necessidades desta vida que olvidamos a realidade do céu, sua beleza, seu conforto, a própria vida lá que será eterna. Enquanto não nos damos conta de que esta vida é fugaz, o tempo está passando e o reino do céu chegando e nós preocupados, talvez, com o lanchinho das crianças, com a marmita do trabalho. Precisamos pensar mais alto, ampliar as estacas da nossa tenda e alargar nossa compreensão de céu.

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