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Meditação diária de 26/03/2019 por Flávio Reti – Jonas Edward Salk

26 de março

Salmos 27:1  “O Senhor é a minha luz e a minha salvação, a quem temerei?”

Jonas Edward Salk

A gente nunca deve mostrar nossa ignorância para os outros, mas eu sempre achei que o criador da vacina antipólio era o médico Albert Sabin e agora descobri que minha ignorância foi atingida, porque descobri que a primeira vacina contra a poliomielite veio do médico Jonas Edward Salk que era um norte americano muito conhecido por lá. Ele fundou também um Instituto com o nome de Salk Institute for Biological Studies (Instituto Salk de Estudos Biológicos) que atualmente é um grande centro médico para pesquisas científicas, localizado em La Jolla, no estado da Califórnia. O que Sabin fez foi desenvolver a aplicação da vacina de forma oral, a famosa gotinha que salva, evitando a temível agulha no traseiro da criançada. Curioso que na sua biografia está lá uma afirmação sua demonstrando que ele não buscava fama e nem dinheiro com suas pesquisas e descobertas. Ele costumava dizer: “A quem pertence a minha vacina? Ao povo! Você pode patentear o sol”? Logo após a II grande guerra mundial, a poliomielite grassou pelo mundo e só nos Estados Unidos, em 1952, havia 58 mil casos notificados e 3.145 crianças morreram enquanto as que não morreram ficam com sequelas irreversíveis. Você pode imaginar a ânsia que os americanos tinham de encontrar uma saída para a doença? Dizem que Salk chegava a trabalhar até 16 horas por dia, nos sete dias da semana, durante alguns anos para chegar rapidamente a uma conclusão com sua vacina, mas chegou e aí está uma doença debelada no mundo. Infelizmente, outras doenças ameaçadoras surgiram no mundo, como a AIDS, a diabete, que estão por aí demandando alguém que desapareça com elas, assim como fez Salk com a poliomielite. Infelizmente, também, Salk faleceu em 1955, mas ele deixou um legado para o mundo. Sua vida não foi em vão. A preocupação somos nós que estamos passando por esse mundo e que bem estamos fazendo, ou que legado estamos deixando pelo qual seremos lembrados um dia? Tudo passa nesta vida e nós passaremos também, se Jesus não voltar até lá, mas precisamos tomar tempo para pensar: Está minha vida valendo a pena? Ou sou apenas mais um na multidão de pessoas inúteis que passam por esta vida e se vão sem deixar sequer saudades? Quero crer que Salk trabalhava pensando nas crianças americanas ameaçadas de paralisia, mas penso também que ele mesmo não tinha ideia de quantas mais ao redor do mundo ele salvaria com sua vacina, fruto de seu trabalho e das muitas horas sem dormir passadas no seu laboratório. Nós precisamos pensar em alguma maneira de também ser úteis, se não para a humanidade, pelo menos a quem estiver ao nosso redor. Dura coisa será olhar para trás e ver que nossa vida foi um fiasco e vamos passar para a eternidade como se nunca tivéssemos existido. Pense nisso! Se não tivermos alguma utilidade para esta vida, então não compensa viver. Viver para que? Pra nascer, comer, crescer e depois morrer? Assim vivem os animais irracionais, mas o ser humano tem uma origem divina e assim deve raciocinar.

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