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Meditação diária de 25/09/2017 por Flávio Reti

25 de setembro

Dia do trânsito

II Samuel 6:3   “Puseram a arca de Deus em um carro novo e a levaram da casa de Abinadabe que estava sobre o outeiro; Uzá e Aiô, filhos de Abinadabe, guiavam o carro”

O Detran tem algumas preocupações para esse dia. Primeiro ele tem que fazer alguma coisa para diminuir o número de acidentes no trânsito e depois coibir o furto de veículos nas grandes cidades. Para fazer isso o Detran regulamenta a velocidade na vias públicas e intensifica as autuações. Sobra multa pra todos os lados. Nas nossas ruas circulam desde bicicleta até grandes ônibus articulados, caminhões, carros e pedestres e todos eles representam perigo nas ruas. O trânsito anda meio louco ultimamente e os motoristas com os nervos na flor da pele. Humanizar o trânsito, eis o grande desafio. O número de acidentes com vítimas e sem vítimas é assustador. A OMS garante que no Brasil morrem mais gente no trânsito do que pelas doenças mais graves como câncer, doenças cardiovasculares e homicídios. Dá uma média de 22 mortes por acidente para cada 1.000 pessoas. Recentemente foi criada a “lei seca” proibindo dirigir embriagado, com tolerância zero, além da proibição de venda de bebidas alcoólicas nas rodovias federais. Mesmo assim, o número de acidentes por motoristas bêbados ainda é muito elevado em todo o país. Mas as causas de acidentes são muito variadas: imprudência dos motoristas, desconhecimento das leis do trânsito, desconhecimento da sinalização, falta de revisão no veículo, condições de conservação das ruas e estradas, sinalização deficiente nas estradas e outra causas. Nossas ruas e estradas não comportam mais tantos veículos, a malha viária está sobrecarregada. Muito poderia ser evitado se os motoristas e pedestres cumprissem o que pede a legislação de trânsito.

Já vai longe o tempo em que a locomoção era feita com carroças e carros de bois. Voltar no tempo é impossível, mas mesmo lá aconteciam acidentes. As carroças tombavam, as rodas se desprendiam, os cavalos disparavam, o carroceiro caía da carroça. Taxa zero de acidentes era e é impossível.

Vamos pensar noutro tipo de transporte. Depois que o profeta Elias passou o bastão para o jovem profeta Eliseu, ele foi levado para o céu numa carruagem de fogo (II Re.2:11). Depois que Felipe batizou o Eunuco da Etiópia, ele foi levado pelo Espírito e se achou em Azoto. O meio de transporte não foi especificado.

(At.8:40). Paulo disse que foi levado até o terceiro céu (II Cor.12:2), também não disse como.

Deus deve ter, com certeza, outros meios de transporte que nós não conhecemos. Quando Daniel orava pedindo compreensão da visão, antes que acabasse a oração o anjo já estava ao seu lado e afirmou que no princípio da sua oração ele foi enviado, do céu à terra, para fazê-lo entender a visão (Dan.9: 20-23). Quando dois discípulos caminhavam em direção a Emaús, depois da crucifixão de Jesus, enquanto iam Jesus se pôs entre eles e caminhava com eles (Luc.24:15). Parece que o transito para o céu não está congestionado. Anjos sobem e descem diariamente trazendo bênçãos e levando nossas decisões para serem registradas nos livros do céu. O trajeto entre o céu e a terra parece mais seguro e nunca se ouviu falar de acidente nesse trecho. Bem, um dia nós deveremos percorrer esse espaço até o céu. Como vamos fazer não importa muito, se levados pelo espírito, se com asas, se nalgum carro de nuvens, se carruagens de fogo como foi Elias, isso tudo é secundário. O importante é que nós estejamos entre os salvos que farão o percurso para morar em definitivo nas mansões eternas. Enquanto aquele dia não chega, é bom começarmos a pensar nessa viagem e especialmente no preparo para ela. Que Deus nos ajude a esquecer o trânsito das nossas ruas e estradas e focar no caminho do céu. Pela sua graça e pela sua misericórdia, um dia será realidade.

 

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