Meditação diária de 24/09/2020 por Flávio Reti – Rolamentos
24/09/2020
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25/09/2020

Meditação diária de 25/09/2020 por Flávio Reti – Sapato

25 de setembro

Salmos 119:105  “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para os meus caminhos”

Sapato

Hoje sapatos chegam a ser itens de marcar status, mas pensa andar descalço em um país frio ou andar no mato descalço sem proteção nos pés. O sapato tem essa finalidade, proteger os pés do frio, dos espinhos, de pedras e servem também de aquecedor para os pés em clima frio. Nos países mais quentes se usa chinelo, sandálias. Mas já vai longe que os sapatos só tinham essas finalidades, porque hoje ele serve como adorno, como acessório de moda e também marca posição social. Semelhante a um tênis, quem pode compra Nike, Oasis, Olímpicos e quem pode menos compra qualquer um sem marca na banca do camelô. Costuma-se citar os egípcios como os dominadores da arte de curtir o couro para fazer sapatos, mas pode bem ser o caso dos sapatos terem sido inventados muito antes. Em cavernas da Espanha e da França já foram encontrados sinais que dão prova do uso de sapatos há 800 anos antes de Cristo e esses calçados estão no museu Hallstatt, na Austrália. Houve uma fase que os calçados eram feitos de palha, de papiro e de folha de palmeira e para maior durabilidade as pessoas carregavam os sapatos nas costas e só usavam onde eram estritamente necessário. Tutancamon usava sandálias simples e feita de couro enfeitadas com ouro. Na Mesopotâmia os calçados eram feitos de couro cru, não curtido e amarrados aos pés com tiras do mesmo couro. Foram os gregos que inventaram a diferença entre pé direito e pé esquerdo para os sapatos. Já nos tempos áureos de Roma, os imperadores usavam sapatos brancos, os senadores usavam sapato marrom amarrados com fitas pretas e o restante do exército usava bota de cano curto com os dedos pra fora. E quem inventou a numeração e a padronizou foram os ingleses com um decreto do rei Eduardo I, isso em 1642 porque um certo sapateiro forneceu 4.000 pares de sapato para a corte e 600 pares de botas curtas para o exército e houve daí a necessidade de numeração. A partir do século XIX começam a surgir as máquinas para costurar e entre elas máquinas com agulha mais grossa para costurar o couro dos sapatos e ele se tornou mais acessível à população em geral. Modernamente já trocamos o couro pela borracha, pelo material sintético imitando couro, a lona que é um tecido grosso. Aqui no Brasil a vinda da corte em 1606 incrementou a produção por aqui. O uso de sapato também tem o seu lado simbólico. Paulo usa dizer para calçar os pés com o evangelho da paz, como que dizendo para proteger-se com o evangelho (Efésios 6:15).

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