Pregador Mirim
24/06/2020
Meditação diária de 26/06/2020 por Flávio Reti – Lancheira
26/06/2020

Meditação diária de 25/06/2020 por Flávio Reti – Lâmpada

25 de junho

Salmos 97:3 “Adiante dele vai um fogo que abrasa os seus inimigos em redor”

Lâmpada

Antes da invenção da lâmpada elétrica, todos sabem, só existia no mundo lamparina e velas de sebo. Ao acordar de manhã os habitantes da casa tinham o nariz preto de fumaça inalada durante a noite. A lâmpada foi o primeiro objeto a usar a eletricidade para iluminação e logo que foi descoberta era a única coisa que se utilizava da energia, que também era recém descoberta. Muito depois foi que os motores, ventiladores e secadores foram inventados. A disputa para a invenção da lâmpada foi muito concorrida, porque desde o início do século XIX vários inventores se debruçaram na tarefa de criar uma fonte luminosa se baseando no aquecimento que a corrente elétrica fazia ao passar por um fio de estreita espessura. Na verdade não foi Thomas Edson o primeiro a construir uma lâmpada elétrica, porque 21 outros inventores já haviam feito, mas o que Edson realmente fez foi construir uma lâmpada que durasse e fosse comercial. E para sua informação, a lâmpada incandescente, como foi chamada, só transformava em luz 5% da energia consumida, o restante era esbanjado em forma de calor e assim perdurou até 2012, quando a União Europeia decidiu abolir o uso de lâmpadas incandescentes e substituí-las pelas fluorescente e mais recentemente pelas lâmpadas de LED. Outra criatividade de Thomas Edson, com a qual ele saiu na frente, foi experimentar fazer o filamento das lâmpadas com um fio de metal no vácuo, ao invés de um filamento de carvão como vinham tentando todos os demais. O filamento era de carvão de bambu e Edson tentou com metal até chegar no tungstênio como ainda é até hoje. Outra dificuldade era que tudo se queimava até que descobriram que no vácuo, na ausência de oxigênio, não há combustão, logo, o filamento iria incandescer com o calor, mas não iria se queimar e assim foi. O tungstênio só se queima, só se funde, a 3.400 graus de temperatura. Estamos falando de calor produzido no interior das lâmpadas incandescentes, nada praticamente, mas que tal pensar um pouco sobre o calor que abrasará a terra quando Deus finalmente resolver que é hora de purificá-la? Porque está predito que “os céus e a terra de agora, pela mesma palavra, têm sido guardados para o fogo, sendo reservados para o dia do juízo e da perdição dos homens ímpios” (II Pedro 3:7). O profeta Malaquias disse que “aquele dia vem ardendo como fornalha … de sorte que não deixará nem raiz nem ramo” (Mal.4:1), o que me leva a pensar em um fogo abrasador, de enormes proporções para destruir tudo que existe sobre a terra. Minha mente se recusa a imaginar como será o fogo consumidor que o Senhor acenderá naquele dia.

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