Meditação diária de 24/04/2019 por Flávio Reti – Catello Carlos Guagliardi
24/04/2019
Meditação diária de 26/04/2019 por Flávio Reti – César Marco Aurélio Antonino Augusto
26/04/2019

Meditação diária de 25/04/2019 por Flávio Reti – Guglielmo Marconi

25 de abril

Provérbios 14:6  “… para o prudente o conhecimento é fácil”

Guglielmo Marconi

Eis aí um jovem italiano, estudioso das leis da física de Nikola Tesla, da teoria do eletromagnetismo de James Clerk Maxwell e das experiências de Heinrich Hertz. Marconi foi realmente o criador do primeiro sistema de telegrafia sem fios, isso lá em 1896, quando ele conseguiu enviar um sinal, via rádio, que cruzou o Canal da Mancha fazendo uma campainha tocar do outro lado do canal. Mas antes disso ele já havia transformado o celeiro de sua casa em um laboratório onde costumava ficar estudando horas a fio fazendo experiências com eletromagnetismo e revendo as teorias de seus mestres preferidos. Com vinte anos, quando a maioria dos jovens pensam em namorar, casar, ganhar dinheiro, ele estava estudando os princípios elementares de transmissão sem fio. Seu negócio era baterias, bobinas de fio, faísca elétrica, antenas, capacitor, resistor e fios para todos os lados. Como não era muito acreditado em seu país, a Itália, ele foi para a Inglaterra onde conseguiu sucesso enviando sinais do código Morse para o outro lado do Canal da Mancha (O canal da Mancha é um braço de mar que faz parte do oceano Atlântico e que separa a ilha da Grã-Bretanha do norte da França e une o mar do Norte ao Atlântico. Em francês ele é chamado La Manche, em alemão Der Ärmelkanal e em inglês English Channel). Três anos depois ele conseguiu enviar um sinal de rádio da Inglaterra ao Canadá, atravessando o Oceano Atlântico. Seu sucesso com transmissões foi ascendente. Primeiro enviar código Morse, depois voz via rádio e em pouco tempo depois já estava produzindo equipamento de telecomunicações para navios e para empresas igualmente até que seu invento, o rádio, foi se popularizando para as residências. Em 1920 Marconi já tinha dinheiro suficiente para comprar um navio de 61 metros, o Elettra, para servir de laboratório de suas experiências que nunca tiveram fim. Nesse navio Marconi recebia visitas ilustres como o rei da Espanha, da Itália, da Inglaterra e as festas que ele dava no navio eram embaladas pelas músicas que vinham pelo rádio (de sua invenção) desde Londres e partiu em seguida montando emissoras de rádio em todo o reino unido. Em 12 de outubro de 1931, de Roma, ele fez acender as luzes do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, na sua inauguração, com o simples apertar de um botão. Na verdade Marconi nunca inventou nada, ele apenas se aproveitava das experiências bem sucedidas de seus ídolos físicos e matemáticos e partia para dar uma forma prática porque antes dele ninguém teve a ideias de juntar as experiências dos outros e fazer delas alguma coisa mais útil. E saber que no céu o conhecimento dos salvos nunca terá fim, isso me enche de admiração pela promessa de um dia estar lá com Jesus, com os anjos e alçar “voos incansáveis pelos mundos distantes”. Como eu não gosto da casca, a pele, do tomate, eu brinco com meus filhos de que no céu eu vou inventar uma maquininha para descascar tomates. O problema não será inventar a tal maquininha que eu projeto, mas o problema será estar lá no céu. Todo esforço humano é incapaz de nos garantir um lugar no reino dos céus, só mesmo pela graça, mediante a fé no filho de Deus, pelos méritos de Jesus.

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