Santa Ceia – Semana de Oração 2019-01
24/01/2019
Comentários da Lição 4 (1o Trim/2019) por Classe 3
25/01/2019

Meditação diária de 25/01/2019 por Flávio Reti – Jânio da Silva Quadros

25 de janeiro

Romanos 13:12  “Dispamo-nos, pois, das obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz”

Jânio da Silva Quadros

Jânio nasceu em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, nessa data, 25 de Janeiro de 1917. Foi advogado, professor de Língua Portuguesa e Geografia e político em São Paulo. Por acaso essa data é também aniversário da cidade de São Paulo. Por duas vezes foi prefeito da cidade de São Paulo e depois chegou à presidência da república, mas não se sustentou um ano sequer na presidência. Era filho de um médico que era também engenheiro agrônomo de nome Gabriel Quadros. Embora nascido em Mato Grosso do Sul, ele foi criado no Paraná, especificamente em Curitiba onde estudou em escolas públicas. Veio para São Paulo, capital, onde fez a faculdade de direito na USP. Futuramente lecionou direito processual e penal na faculdade Mackienzie. Aventurou-se a candidatar-se como vereador por São Paulo e para sua surpresa conseguiu se eleger. Chegou depois a deputado estadual como o mais votado. Em 1958 já era deputado federal pelo Estado do Paraná, mas dessa vez ele nunca participou de nenhuma sessão do congresso, preferiu viajar para o exterior e por lá ficar até o fim do mandato, ato muito estranho para um político empreendedor com fama de combatente da corrupção e dos gastos públicos. Quando voltou ao Brasil, veio certo de concorrer à presidência da república. Seu mote de campanha era a vassoura, que ele dizia iria varrer todas as bandalheiras. Criou um jingle para a campanha: Varre, varre, vassourinha, varre todas as bandalheiras”. Enquanto os demais candidatos distribuíam broches do partido, ele distribuía um lápis com uma vassourinha na outra ponta. Foi impressionante como Jânio Quadros chegou à presidência de forma tão rápida, em 15 anos apenas, ele estava eleito presidente do Brasil. Conquistou grande parte do eleitorado prometendo combater a corrupção e usando uma expressão por ele criada: varrer toda a sujeira da administração pública. Por isso o seu símbolo de campanha era uma vassoura. Até hoje se perguntam qual a razão do sucesso da carreira de Jânio Quadros. Ele era um magricela alto, desajeitado, não participou de nenhuma revolução, não era rico, não pertencia à família famosa, não tinha padrinhos políticos, não era dono de jornal ou de emissoras de rádio ou TV, não era pau mandado dos Estados Unidos e nem simpatizante da Rússia, não era bonito e nem simpático. O que ele conseguiu foi convencer o povo que ele era honesto e que usaria de honestidade no governo.

E não é exatamente isto que o povo quer? Já estamos cansados de viver nesta terra de mentirosos, de ladrões do povo, de políticos sem escrúpulos que não acreditamos mais em nenhum personagem público. Nossa política é suja, tem as mãos sujas da hipocrisia, do mau caráter, da mentira e da desfaçatez. Felizmente esperamos novos céus e nova terra nos quais habita a justiça (II Pedro 3:13). Nesse ritmo que vem o mundo não se sustenta mais e algo grandioso deve acontecer para pôr fim à corrupção que há no mundo. Nós sabemos que essa coisa grandiosa que certamente vai acontecer muito em breve é a volta de Jesus com glória e majestade para pôr um ponto final nas ações fraudulentas dos habitantes deste mundo. Que venha logo e que nos tire daqui com braço forte como tirou os israelitas do antigo Egito.

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