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24 de dezembro

I Coríntios 3:16  “Não sabeis vós que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?”

Agulha hipodérmica

A história e a invenção da agulha hipodérmica não começa com ela, começa com a agulha de costura, que segundo os arqueólogos, as primeiras eram feitas com ossos de animais e serviam para costurar couro dos próprios animais e fazer roupas. Agulhas de ferros, para costura, só foram aparecer na Alemanha, numa região denominada Manching, e datam do século III antes de Cristo. Mas arqueólogos da China afirmam que em tumbas do período de 200 antes de Cristo já encontraram agulhas, um jogo completo, inclusive com dedal para empurrar a agulha em material mais duro. A agulha hipodérmica é coisa mais recente usada na medicina com a intenção de furar a pele para injetar medicamentos ou sugar líquidos do corpo para estudo ou análise. Com uma agulha dessas o profissional em medicina tem acesso intramuscular e intra vascular a qualquer momento e ele pode injetar medicamento ou retirar material para análise com a pessoa viva. E não pense que uma agulha hipodérmica é apenas aquela agulha com um furo longitudinal no meio, em forma de um canículo com uma ponta aguda própria para penetrar, porque as agulhas obedecem regras rigorosas quanto ao calibre delas e ao comprimento delas dependendo da função a que se destinam. Há, nos meios médicos, uma tabela (Birmihgham Wire Gause) que classifica as agulhas numa escala de 7 a 33 e dentro dessa escala você vai encontrar agulhas específicas para cada procedimento. Uma para aplicar medicamento, outra para coleta de sangue, outra para doação do sangue, uma para vacinas, outra para medicamentos oleosos, e por aí vai. Essa agulha de aço, tal como você já deve ter visto, surgiu em 1853, com Charles Wood, na Irlanda. Ele quem teve a ideia de usar uma agulha oca para injetar drogas, especificamente o ópio para eliminar a dor, mas depois se pôs a pensar que a agulha serviria para dezenas de outros procedimentos médicos e não necessariamente para administrar ópio nos doentes que se queixavam de dor. Hoje, meter uma agulha hipodérmica na pessoa é o mínimo que a medicina pode fazer, porque depois da agulha ela aprendeu a meter no corpo sondas nasogástricas, sondas vesical, sonda vaginal, sonda de drenagem, cateter para os mais diversos fins, renal, cardíaco, cerebral. Não há mais escapatória, nosso corpo pode ser furado, costurado, drenado, infundido através de agulhas e sondas. Mas nem tudo que entra no corpo é através de agulha e sonda. Há também tudo aquilo que entra pelos olhos e pelo ouvido, pelo nariz, pela boca. Os maus pensamentos pelos olhos e pelos ouvidos, as más combinações de alimentos ou drogas pelo nariz e pela boca de maneira que quase viramos um depósito de coisas que entram no nosso corpo. Devemos ter alguma reserva e preocupação, porque, afinal, a bíblia nos diz que nosso corpo é o templo do Espírito Santo.

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