Meditação de Pôr do Sol 23/08/2019 por Francinne Paroschi Amaral Assunção
23/08/2019
Novo Encontro (25/08/2019 às 20h00)
24/08/2019

Meditação diária de 24/08/2019 por Flávio Reti – Thomas Alva Edison

24 de agosto

Salmo 27:1  “O Senhor é a minha luz e a minha salvação, a quem temerei?”

Thomas Alva Edison

Eu gosto de ler sobre Tomas Edison, especialmente aquele lance onde alguém chegou a ele, quando ele pesquisava sobre a lâmpada elétrica, e disse: “Você não se cansa de tanta experiências? Você já fez mais de mil experiências e nenhuma funcionou, deixa disso”. Ao que Tomas Edison respondeu: “Não, eu já descobri mil coisas que não funcionam”. Coisa de otimismo e de pertinácia, da parte dele. Edison foi um empresário pesquisador que patenteou muitas invenções importantes para a indústria e para o comércio e financiou muitas pesquisas. Ao longo de sua vida produtiva ele registrou 2332 patentes, o fonógrafo, o cinematógrafo, aperfeiçoou o telefone, aperfeiçoou a máquina de escrever, inventou um aparelho de fazer vácuo, o Raio X, o microfone. Pode-se dizer que o mundo passou a ser outro depois de Tomas Edison. E o pai dele não era rico, era apenas mediano, pois trabalhava com o que viesse à mão, desde marceneiro, carpinteiro, vendedor de quinquilharias, corretagem de imóveis. Com três meses de aula Edison abandonou a escola para nunca mais voltar e foi educado pela mãe, mas só aprendia o que lhe interessava. Desde pequeno já tinha seu laboratório no porão da casa que de vez em quando era sacudida com explosões. Ele mantinha várias garrafas com água destilada, álcool, cloro, gasolina, querosene e para seus irmãos não mexerem, ele colocou rótulos em todas: veneno, veneno, veneno. E só ele sabia que não era veneno. Ainda garotão arrumou um emprego vendendo jornais no trem que fazia o percurso de Port Huron a Detroit, mas aproveitou para vender também sanduíches, frutas, doces. Ganhando a confiança do guarda do trem, Edison instalou um laboratório dentro de um vagão vazio. Aprendeu código Morse e construía telégrafos de brinquedo que funcionavam de verdade. Conta-se que quando se casou, logo após o casamento, ele se vestiu com seu macacão e foi para a oficina se esquecendo até da noite de núpcias. Com pouco mais de 20 anos, ele já estava rico e dono de uma empresa enorme como centro de pesquisas que rivalizava com muitas cidades pequenas. Ali ele tinha laboratórios, oficinas, e vários técnicos assistentes e sua meta era produzir uma nova invenção a cada dez dias. Seu grande desafio foi produzir luz com a energia elétrica. Outros já haviam tentado, mas sem sucesso. Tudo que usava como filamento se queimava em pouco tempo, até que ele se atinou em fazer vácuo dentro do bulbo e essa foi a jogada de mestre, estava inventada a lâmpada elétrica com filamento metálico de tungstênio. Em 1903 Edison e Nikola Tezla tiveram uma grande disputa comercial, porque Edison defendia o uso da corrente contínua, menos perigosa, e Tezla defendia o uso da corrente alternada, mais perigosa. Para provar isso, Edison cometeu a asneira de eletrocutar em praça pública uma elefanta para provar seu argumento e foi tremendamente criticado por isso.

Você pode fazer de tudo muito bem, no primeiro deslize vem a crítica e a condenação.  Todo o bem que Edison fez ficou esquecido com a morte da elefanta. O mesmo pode ocorrer conosco. O mundo espera que sejamos pessoas de caráter ilibado, corretos nos negócios e quando cometermos o primeiro erro seremos crucificados sem piedade. Por isso, devemos nos cuidar porque estamos sendo vigiados de perto por muitos que nos cercam diariamente prontos para o ataque.

Os comentários estão encerrados.