Meditação diária de 23/04/2020 por Flávio Reti – A Dinamite
23/04/2020
Culto de Sábado – Transmissão Ao Vivo, a partir das 9h30
24/04/2020

Meditação diária de 24/04/2020 por Flávio Reti – Disquete de computador

24 de abril

Isaías 26:8  “…no teu nome e na tua memória está o desejo da nossa alma”

Disquete de computador

Eu já estou atrasado, a tecnologia já evoluiu e disquete é coisa do passado, mas foi uma invenção que ajudou a mudar o mundo. Os computadores, até a década de 60, não tinham memória residente, isto é, eles não guardavam nada. Era necessário a cada dia de manhã carregar o computador com dados do dia anterior que ficavam gravados em um disquete para depois começar a trabalhar. No final do dia era necessário gravar novamente tudo que se fez naquele dia para recomeçar no dia seguinte e assim sucessivamente, até que se inventou a memória residente em um disco interno chamado HD de computador. Era um disco realmente de oito polegadas de diâmetro inicialmente, mas logo foi reduzido para cinco polegadas e depois para três polegadas, feito de plástico e recoberto com uma camada magnética, o mesmo material que se utilizava nas fitas cassetes de áudio e por ser flexível recebiam o nome importado de floppy disk. De 1970 até o ano 2.000 eles foram amplamente utilizados, era o que tínhamos. Hoje os disquetes já perderam a soberania e cederam lugar para o uso de CD, DVD que também já estão ficando para trás, pelos pendrivers, pelos cartões de memória, pelos HD externos mais recente, pelos discos óticos e a própria memória sólida dentro dos computadores. Hoje é possível armazenar 120 Gigabytes em uma pastilha de um centímetro. E se não bastasse tanta memória, é possível compactar os dados para caber mais ainda, de sorte que é possível guardar por alguns anos uma enciclopédia inteira dentro de uma pastilha. Absurdo? Não é, porque estamos vendo isso todos os dias na prática. Mas os disquetes foram também os primeiros transmissores de vírus para computadores, antes do advento da internet os disquetes eram os únicos transmissores de vírus porque eles eram transferidos de um computador para outro. Para evitar a transmissão criaram uma espécie de trava, um pequeno corte para evitar que o leitor baixasse e assim impossibilitava gravar qualquer coisa. Era um antivírus manual, rudimentar mesmo. Tudo girava em torno de memória para os computadores, gravação na memória, proteção da memória, tamanho da memória. E se desviarmos a conversa e falarmos a respeito da nossa memória? O que existe nela? Como se apaga e se grava novos dados nela? Todos sabem que a nossa memória é uma massa cinzenta, mas maravilha das maravilhas, ela guarda tanto quanto ou melhor do que os computadores. E quem a projetou? Não foi o homem, mas o próprio Deus que nela implantou também a noção do bem e do mal, a noção de um Deus nos céus que todos têm. Nosso sistema operacional é divino, nunca se esqueçam disso!

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