Meditação diária de 23/02/2020 por Flávio Reti – Cadeira de Roda
23/02/2020
Meditação diária de 25/02/2020 por Flávio Reti – A Cafeteira
25/02/2020

Meditação diária de 24/02/2020 por Flávio Reti – Cadeira Elétrica

24 de fevereiro

João 3:16  “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”

Cadeira Elétrica

Não se iluda, não é a cadeira de rodas elétrica, é mesmo a cadeira elétrica como instrumento de execução de condenados em alguns países. Não sei como se chega a isso, de o governo ter o poder e o direito de matar, mesmo que seja prisioneiro perigoso, que seja um assassino contumaz, o pior crápula da sociedade. O mandamento diz “não matarás” e isso vale para qualquer cidadão e também para os governos. Os condenados, após “passarem” várias fases de julgamento e recursos, finalmente são levadas ao que se convencionou chamar de corredor da morte e lá ficam esperando sua vez de morrer sem saber quando. Quando chega o dia de enfrentar o ritual macabro, o preso ganha o direito de falar suas últimas palavras a quem estiver por alí por perto e de pedir sua última refeição preferida. Muitas dessas frases ficam gravadas na história, porque sempre há aqueles que morrem injustamente. Nós elogiamos tanto Thomas Edson pela invenção da lâmpada elétrica e esquecemos que ele também foi o inventor da cadeira elétrica e a sua invenção com o consequente uso causou muita revolta na época da sua invenção. O primeiro condenado e executado foi William Kemmler acusado de ter matado sua esposa a machadadas. No dia seis de agosto ele foi preso, amarrado, na cadeira elétrica e durante vinte segundos recebeu uma descarga de 2200 volts. Mas ele não morreu, então, foram aplicados mais dois minutos de descargas intermitentes até que ele de fato morresse quase frito literalmente. Os carrascos presentes se apavoraram quando viram seus pelos, sua pele e sua carne virando fumaça como quando se queima uma carne na churrasqueira. Até o ano de 2003, vários estados americanos ainda utilizavam a execução na cadeira elétrica, mas atualmente apenas o estado de Nebraska ainda mantém o uso dessa morte supliciosa. O condenado é sentado na cadeira e amarrado. Depois recebe eletrodos, com uma esponja molhada para melhor condução da corrente elétrica, presos na cabeça e nos tornozelos para evitar de acontecer como na primeira execução de William Kemmler. Todo pecador merece a morte, isso é bíblico, mas todos tem a oportunidade de arrependimento e todos merecem perdão. Um dia todos os pecadores não arrependidos vão morrer pelos seus pecados, mas não sem antes haver um julgamento justo, feito pelo próprio Deus, impossível de haver falha de modo que nenhum justo morrerá por engano ou por erro de magistrados também pecadores. Esse assunto é melindroso, causa revolta e causa comoção, porque a ninguém deu Deus o direito de matar o semelhante. A vontade primeira de nosso Deus é dar vida e diz ele que é “com abundância”, eterna, sem dores e sem sofrimentos.

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