Meditação diária de 22/07/2017 por Flávio Reti
22/07/2017
Meditação diária de 24/07/2017 por Flávio Reti
24/07/2017

Meditação diária de 23/07/2017 por Flávio Reti

Dia do guarda rodoviário

Números 7:3   “Trouxeram eles a sua oferta perante o Senhor: seis carros cobertos e doze bois…”

Na década de 60, assim que a televisão chegou ao Brasil, foi criado por cineastas brasileiros um seriado intitulado Vigilante Rodoviário. Era um projeto pioneiro e alcançou muito sucesso com as crianças especialmente. O herói dos 38 episódios era o Inspetor Carlos com seu cão Lobo que lutavam contra o crime sempre usando uma motocicleta Harley-Davidson ou um carro Simca Chambord.

Apareceu depois, já na década de 80 outro seriado importado na mesma orientação. Era o CHIPS (California Highways Patrols), uma abreviatura de Patrulha das Autoestradas da Califórnia. Foram 125 episódios e a coqueluche eram dois policiais em duas possantes motos sempre patrulhando juntos. Meu filho se deliciava, ele queria ser o patrulheiro “Ponch”. Depois do filme, ele pegava uma bicicletinha verde e saía rodando nosso quarteirão se achando um patrulheiro do seriado Chips.

Esse nome de guarda, na verdade é uma maneira popular de chamar o policial rodoviário, porque antigamente os policiais eram chamados de guardas ou patrulheiros e esse nome se popularizou.  Uma das funções de um policial rodoviário é vigiar as estradas para evitar acidentes, roubos de carga e oferecer segurança para que todos que transitam pelas estradas viajem tranquilos. O Código Nacional de Trânsito dá ao policial a responsabilidade de orientar e fiscalizar o tráfego nas estradas brasileiras.

Muito antes da invenção do automóvel, os carros eram rudimentares e nunca se falou em guarda nas estradas. Os motores a explosão que equipam os carros só começaram a aparecer em 1801 e só depois de 1850 estavam nas ruas, antes disso só mesmo carros puxados por tração animal.

Temos na bíblia várias passagens fazendo referências aos carros da época. As rodas dos carros dos Egípcios travavam na tentativa de cruzar o mar vermelho atrás dos israelitas quando saíam do Egito (Ex.14:25).  Faraó ofereceu carros para levar Jacó para o Egito a fim de morar com seu filho José que era o governador geral do Egito (EX.45:19). Josué não conseguiu expulsar os habitantes dos vales de Gaza porque eles usavam carros de ferro (Ju. 1:19). Um carro novo foi usado para transportar a arca de Deus para a cidade de Davi (I Cron.13:7). Felipe foi orientado pelo Espírito Santo a se aproximar de um oficial da Etiópia, quando este voltava de carro para sua terra depois de adorar em Jerusalém (At.8:28 e 29).

Elias subiu ao céu num carro de fogo (II Re.2:11). Um dia Jesus nos virá buscar. Nós subiremos para estar com Jesus no céu. Se vamos de carro de fogo como foi Elias, não sei, só sei que vamos subir. Com carro ou com asas, como as da águia, não importa o meio de transporte, eu quero participar dessa enorme procissão em direção ao lar eterno, para morar para sempre com o Senhor.

Eu sei que você não tem medo de carro, mas houve uma ocasião que os judeus temeram os carros. Os hebreus estavam acampados ao lado do mar, assim que saíram do Egito. Subitamente viram a distância a armadura luzente e os carros a moverem-se, pressagiando a guarda avançada de um grande exército. E era um grande exército porque Faraó havia se arrependido de deixar o povo ir. O terror encheu o coração do povo de Israel. Alguns clamavam ao Senhor, mas a grande maioria ia apressadamente a Moisés com suas queixas. Sua resposta calma e afirmativa ao povo foi: “Não temais. Estai quietos e vede o livramento do Senhor” (Êx. 14:13). E assim foi, nem um carro sequer chegou jamais ao acampamento de Israel para atacá-los e fazê-los voltar. Que lição eu aprendo com esse episódio? Que confiar em Deus é esperar nele porque “mil cairão ao teu lado e dez mil à tua direita, mas tu não serás atingido” (Sal.91:7). Entendeu?

Os comentários estão encerrados.