Meditação diária de 22/07/2019 por Flávio Reti – Lars Schimidt Grael
22/07/2019
Meditação diária de 24/07/2019 por Flávio Reti – Afonso Henrique da Costa Guimarães
24/07/2019

Meditação diária de 23/07/2019 por Flávio Reti – Alberto Santos Dumont

23 de julho

Isaías 40:31  “Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águias, correrão e não se cansarão, andarão e não se fatigarão”

Alberto Santos Dumont

Você deve saber que existe uma disputa entre Santos Dumont e os irmãos Wright sobre quem conseguiu voar primeiro, não em balões como era no começo da corrida, mas com um aparelho motorizado e dirigível e se mantivesse no ar por mais tempo. Nós dizemos que foi Santos Dumont, ao contornar a torre Eiffel, em Paris, mas os americanos dizem que foram os irmãos Wright. Acontece que Santos Dumont, ele mesmo projetou e construiu balões munidos de motores a gasolina e em 1901 ganhou o prêmio Deutsch ao contornar a torre Eiffel com seu dirigível nº 6 diante de uma plateia de jornalistas e muita gente observando o feito histórico. Santos Dumont não foi apenas um aventureiro, ele foi inventor, aeronauta e também esportista, acredite. Em outubro de 1906 ele voou 60 metros a uma altura de 3 metros com seu Oiseau de Proié (ave de rapina em Francês) no campo de Bagatelle, em Paris e em menos de um mês, diante de uma multidão curiosa, ele voou 220 metros a uma altitude de seis metros do solo. Note que se tratava de voar com um aparelho mais pesado do que o ar, por meios próprios e sem uma rampa para decolagem. O pai de Santos Dumont, o sr. Henrique Dumont, era engenheiro e por razões de aventuras se mudou para Palmira, em Minas Gerais, atualmente denominada Santos Dumont e foi nesse lugar que o menino Alberto começou dar indicações de que assuntos ligados à aeronáutica o atraiam porque desde um ano de idade ele já gostava de furar balões (as chamadas bexigas) para ver o que havia dentro delas. Depois de algum tempo a família se mudou para Ribeirão Preto, no estado de São Paulo, onde compraram uma fazenda para produção agrícola. Quando os Dumont fizeram uma viagem a Paris, o jovem Alberto começou a se interessar por mecânica, especificamente por motores a combustão e já ficou pensando em usá-los em balões dirigíveis e assim foi até que chegou ao seu 14 Bis, o primeiro avião com uma subvenção da Câmara Municipal de Ribeirão Preto com um conto de réis para ele prosseguir com as pesquisas durante três anos. Sua mente se expandiu quando ele começou a ler as obras de Júlio Verne que falava de balões, de submarinos, de transatlânticos, mas naquela idade eram apenas aventuras da imaginação, mas que deixaram grande influência na sua mente juvenil. Cresceu fascinado por tecnologia, fabricava pipas, inventava brinquedos com hélice e um elástico e gostava de soltar balões só para vê-los subirem ao céu.

Guardem essa expressão, “subir ao céu”. Santos Dumont se deliciava vendo balões subirem ao céu, mas a promessa que temos é que nós subiremos ao céu por ocasião da volta de Jesus. O apóstolo Paulo afirma que nós subiremos para encontrar com o Senhor nos ares (I Tess.4:17). Não se trata de contemplar balão subindo, trata-se de nós estarmos subindo ao encontro de Jesus. Você consegue imaginar como será essa aventura de tirar o fôlego quando você se sentir flutuando no ar sem ajuda de motor algum, simplesmente pelo poder de Jesus?

Entendo que você está imaginando agora coisas que Santos Dumont nunca imaginou. Ele pensava em motores, em balões, e aparatos mecânicos, mas nós estamos pensando no poder de Jesus. Isso me dá saudades e eu quero estar lá nesse dia.

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