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Meditação diária de 23/04/2019 por Flávio Reti – William Shakespeare

23 de abril

Salmos 13:6  “Cantarei ao Senhor, porquanto me tem feito muito bem”

William Shakespeare

Observe a data de nascimento dele, 1564, e agora aproxime o olhar e confira na orelha dele um brinquinho. Não lhe parece que ele é atual? Que vive em nossos dias, quando os homens resolveram adotar a prática de usar um brinquinho em uma das orelhas? Se era ou não era …, não entra em discussão agora, mas ele foi considerado o maior poeta e dramaturgo da Inglaterra, como o maior escritor da língua Inglesa e o que mais influenciou a literatura mundial. É o poeta nacional da Inglaterra, tendo escrito 38 peças para teatro, 154 sonetos para declamação, como era o costume da época, e duas longas histórias narrativas. Suas obras são as mais traduzidas para diversas línguas modernas e até hoje aparecem no teatro moderno, na televisão, no cinema e nos livros de literatura. Pois bem, Shakespeare foi realmente uma grande figura respeitada, desfrutou de grande reputação, influenciou e ainda influencia escritores e poetas, mas sua fama maior só veio atualmente, depois do século XIX e hoje, apesar dele ser um poeta Inglês, não brasileiro, parece que é mais conhecido do que nossos próprios poetas patrícios. Dizem que foi um poeta genial e dá para acreditar, porque suas obras permanecem tão atuais que repetidamente são reverenciadas, reeditadas, reapresentadas e só se fala em Shakespeare tanto nos teatros como nas academias e na literatura. Quero dizer que suas obras permanecem populares de forma que são ainda estudadas, encenadas e reinterpretadas a toda hora e no mundo todo. Os Beatles certa vez disseram que eles eram mais populares do que Jesus Cristo e, ao ler sobre Shakespeare, me veio essa lembrança à mente. Shakespeare foi e ainda é muito popular, mas não se compara à popularidade de Jesus Cristo, que atuando no mundo apenas três anos e meio deixou uma marca tão profunda que mais de dois mil anos não conseguiram apagar. Da população do mundo, sete bilhões de habitantes, dois bilhões e trezentos milhões se dizem cristãos, isto é, adeptos de Cristo, isso vai dar 33% da população do mundo, o mesmo que dizer que a cada três pessoas no mundo uma é cristã. Os amantes de Shakespeare que me desculpem, mas Jesus é ainda mais popular que Shakespeare e os Beatles juntos. E de onde vem essa popularidade toda pela pessoa de Jesus? A resposta é uma só: Ele amou a humanidade como ninguém jamais amou. Ele viveu e andou por toda parte fazendo o bem (At.10:38). Curava, pregava e indicava o caminho do bem com orientações de como chegar ao reino dos céus. E fez mais, alimentou a esperança de muitos dizendo que um dia vai voltar para nos levar para estar com ele. E fez mais ainda, ofereceu a vida eterna a todos que se submeterem aos seus ensinos de maneira que até hoje nenhum sábio ou filósofo consegue refutar. A popularidade de Jesus não veio de alguns poemas ou peças teatrais escritas, veio da sua vida, da sua morte e da sua promessa, logo, eu espero e confio mais em Jesus do que em qualquer poeta, escritor ou literato.

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