Meditação diária de 21/11/2017 por Flávio Reti
21/11/2017
Meditação diária de 23/11/2017 por Flávio Reti
23/11/2017

Meditação diária de 22/11/2017 por Flávio Reti

22 de novembro
Dia do músico

Apocalipse 18:22   “E em ti não se ouvirá mais o som de harpistas, de músicos, de flautistas e de trombeteiros e nenhum artífice de arte alguma se achará mais em ti e em ti jamais se ouvirá ruído de mó”

Certamente a música tem alguma importância, do contrário não se multiplicariam tantos conservatórios pelo Brasil afora. Partiu do conservatório de Tatuí a iniciativa de criar uma semana da música para homenagear os músicos de todo o Brasil, através da professora Yolanda Rigonelli, em 1960. De lá para cá as escolas adotaram, as universidades adotaram e vem sendo comemorada em todo o país a semana da música.

A música acompanha o ser humano desde os tempos primitivos e hoje o homem se aplica a buscar as origens da música e a evolução dela ao longo dos séculos. A música está inserida na história da arte e na evolução cultural dos povos. Com o decorrer da história, a música foi se desenvolvendo e ganhando aspectos diferentes como música medieval, erudita, popular, sertaneja, renascentista, barroca, clássica, contemporânea, isto tudo sem falar em ritmo como samba, baião, MPB, valsa, bolero, tango e muitos outros. Os negros davam preferência ao batuque, com atabaques, zabumbas acompanhando, uma prova inequívoca de que a música acompanha a humanidade desde sua pré-história.

Entendemos, atualmente, que existem tantas histórias da música quanto existem culturas na Terra e todas as suas modalidades e vertentes possuem desdobramentos, subdivisões regionais, ritmos ocasionais, numa infinidade de timbres e sons.

E quem é o músico dentro de tudo isso? É o camarada cuja atividade está ligada à música diretamente e ele é quem canta ou toca algum instrumento. Alguns o são por hobby, outros por profissão e ganham a subsistência com a arte da música. É assim que eles garantem seu salário e acabam se tornando famosos viajando pelo país inteiro e até pelo mundo com suas apresentações e performances. Tem havido, nesses últimos dias, uma enchente de cantores e músicos chamados gospel, ou evangélicos. A música evangélica concorre com as músicas populares na boca desses cantores e músicos. É um tipo disfarçado de comércio que usa a igreja como seu campo de influência para vender suas produções.

A bíblia registra a presença de músico assim que começou a vida no Eden, desde a quarta geração. “O nome de seu irmão (Jabal) era Jubal e este foi o pai de todos que tocam harpa e flauta” (Gen.4:21). Quando falamos em músico, música, vem sempre à mente momentos de alegria, de exultação, contentamento. Cantar parece ser uma expressão da alma, sai naturalmente quando o coração está alegre. Os Israelitas eram convocados para as festas em Jerusalém e para lá subiam pelo menos três vezes ao ano e, enquanto caminhavam pelas estradas poeirentas, iam cantando e recitando os salmos pelo caminho. Alegro-me em saber que haverá no final um cântico dos remidos que só eles poderão cantar, exatamente porque nenhum outro habitante de outros mundos passou pela experiência dos redimidos. Por acaso você já imaginou Jesus como cantor? A gente nunca pensa nisso, mas temos citação em que Jesus cantava também. Após a última ceia, depois de ter declarado quem o havia de trair, ele e os discípulos “cantaram um hino e saíram para os monte das Oliveiras” (Mat.26:30). “A infância de Jesus, passada na pobreza, não fora contaminada pelos hábitos artificiais de uma era corrupta. Trabalhando ao banco de carpinteiro, desempenhando as responsabilidades da vida doméstica, aprendendo as lições da obediência e da labuta, encontrava recreação entre as cenas da natureza, colhendo conhecimento enquanto buscava compreender os mistérios dessa natureza. Estudava a Palavra de Deus e as horas de maior felicidade para Ele eram aquelas em que Se podia afastar do cenário de Seus labores e ir para o campo a meditar nos quietos vales, a entreter comunhão com Deus na encosta da montanha, ou entre as árvores da floresta. O alvorecer encontrava-O muitas vezes em algum lugar retirado, meditando, examinando as Escrituras, ou em oração. Com cânticos saudava a luz matinal. Com hinos de gratidão alegrava Suas horas de labor, e levava a alegria celeste ao cansado e ao abatido” (Ciência do Bom Viver, p.52). Os discípulos também cantavam, como registrado em Atos 16:25. “Pela meia noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus enquanto os presos os escutavam”. Bem que eu também tentei cantar no coral, em quartetos, tentei também tocar clarinete e até cheguei arranhar alguma coisa, mas nunca progredi. Tenho esperança de um dia poder cantar no céu o cânticos dos remidos ao seu lado, meu irmão.

 

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