Meditação diária de 21/10/2017 por Flávio Reti
21/10/2017
Cadastro e Orientações do I Aventuri da área 2 da APSO
22/10/2017

Meditação diária de 22/10/2017 por Flávio Reti

22 de outubro
Dia do enólogo

Provérbio 23:20   “Não estejas entre os beberrões de vinho, nem entre os comilões de carne”

Nós não somos adeptos de beber vinho, mas podemos conhecer essa profissão que é desconhecida de muitos. Os enólogos são profissionais que estudam e por isso mesmo conhecem tudo no mundo dos vinhos. Um enólogo assume grande importância para todos os amantes de vinhos. Ele é o responsável pela produção da bebida, detém o conhecimento da terra, e das vinhas. Antes das parreiras serem plantadas, ele já começou seu trabalho, porque é ele quem toma as decisões em todos os estágios da produção do bom vinho. Ele analisa a terra, controla a irrigação, escolhe as mudas, usa técnicas especiais de plantio das mudas, supervisiona a poda e vai até colher as uvas. Depois de feita a colheita, é ele, o enólogo, quem define as técnicas de vinificação, as misturas de castas, também chamada de corte, o tempo de armazenamento e o momento ideal para o vinho sair da adega e ir paro o mercado. A vida de um enólogo é de fascinação por aquilo que ele faz. Ele sabe que lá frente, suas ações estarão agradando finos paladares e arrancando grandes elogios. O vinho é deveras fascinante para quem o usa. Normalmente, um enólogo é formado em Agronomia, mas detém especialização na área de enologia. Na Europa, a região do mundo onde mais se fabrica vinhos, possui algumas faculdades de Enologia. No Brasil temos apenas uma na cidade de Dom Pedrito, no rio Grande do Sul, a UniPampa. Nela os futuros enólogos estudam, como base da sua formação, botânica, matemática, estatística, geologia, microbiologia, climatologia e outras, além de práticas de campo como vinificação, viticultura, marketing de vinhos, análise sensorial e controle de qualidade de vinhos.

A nossa bíblia compara o povo de Israel com uma vinha. O salmista diz que “trouxeste do Egito uma videira, lançaste fora as nações e a plantaste. Preparaste o lugar e ela deitou profundas raízes e encheu a terra” (Sal.80:8). Mas a vinha do Senhor acabou se esquecendo da sua origem e se imiscuiu com outras nações e deixou de ser a videira verdadeira do Senhor. O vinho que de início “alegrava o coração do homem” (Sal.104:15) passou a ser “o vinho alvoroçador, escarnecedor (Prov.20:21). De um momento para outro o vinho passa a ser um elemento de tortura, prova disso é o próprio Jesus, quando pendia na cruz. “Deram-lhe a beber vinho misturado com fel” (Mat.27:34).

Atualmente vinho é, sem medo de errar, uma bebida alcoólica. Em vários lugares na bíblia o vinho é relatado com as mesmas características do vinho como o conhecemos hoje. Em tais casos o vinho é tido como a causa primeira de muitos sofrimentos e alguma coisa que leva os homens a cometerem atos e crimes medonhos, vergonhosos. Deus é claro ao proibir o uso de tais vinhos e tem razões de sobra para que não o usemos. Os sacerdotes eram proibidos de tomar vinho, pelo fato deles serem os líderes que deveriam saber diferenciar o certo do errado e tinham também a incumbência de ensinar a palavra de Deus ao povo, logo, como fariam isso se estivessem entregues ao vinho (Lev.10:8-11)? Nós, cristãos de hoje, temos a mesma razão para nos abster de bebidas alcoólicas, exceto quando se refere a medicamentos cuja fórmula contenha alguma dose de álcool (I Tim.5:23). Os reis não deveriam usar vinhos, para não perverter o direito e usar de bom senso e juízo (Prov.31:4-5). Em geral o uso de bebida alcoólica, independente de ser vinho ou outra bebida, é condenado na bíblia (Prov.20:1; Gal.5:21)

Na sua providência, Deus nos deixou muitas coisas boas para bebermos, desde um simples copo de água fresca, por que, então, beber venenos sob a guisa de ser elegante tomar vinho? Que Deus nos ajude a ser sábios para saber filtrar o que é bom para nossa saúde e para nosso preparo a fim de morar um dia no céu.

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