Comentário da Lição 4 (3o Trim/2017) por Membros da Classe do Moisés Sanches Júnior
21/07/2017
Meditação diária de 23/07/2017 por Flávio Reti
23/07/2017

Meditação diária de 22/07/2017 por Flávio Reti

22 de julho

Dia do Dharma

Lucas 1:3    “Também a mim, depois de haver investigado tudo cuidadosamente desde o começo, pareceu-me bem, ó excelentíssimo Teófilo, escrever-te uma narração em ordem”

A palavra Dharma, cujo dia se rememora hoje, tem sua origem na literatura indiana, o Sãncrito. Essa palavra dá nome a vários institutos e instituições budistas, a vários sites relacionados à religião budista. Lá, na sua origem, dentro das religiões orientais, ela significa “As leis da natureza em conjunto no estado em que estão”. Para os budistas, as palavras de Buda são dharma, não podem ser alteradas. As leis físicas são dharma, não se alteram. Seria mais ou menos entender que as leis da natureza são imutáveis no seu conjunto. E realmente são, porque desde que o mundo foi criado todas as coisas permanecem como no princípio. Os dias se sucedem, os meses, e os anos. O mundo gira no espaço, não se atrasa e nem se adianta, porque no dia em que isso acontecer vai ser um caos. Imagine um planeta tropeçando no outro, como um efeito dominó.

Se tudo permanece imutável como Deus deixou é porque sua lei, que rege todo o universo, é igualmente imutável.  A imutabilidade é um atributo de Deus, porque ele não pode mudar nem para melhor e nem para pior, ele é o que sempre foi, é e sempre será. Afinal, alguém ou alguma coisa tinha que ser imutável, do contrário não haveria referencial para explicar a imutabilidade. Enquanto escrevo, estou me lembrando da experiência de Jacó com seu sogro Labão. Ele combinou de pastorear o rebanho de seu sogro com condições de ganho percentualmente. De início, as crias que nascessem salpicadas e malhadas seriam dele, mas no final, Jacó decidiu de vez romper com seu sogro e disse às suas mulheres: “Vosso Pai me tem enganado e dez vezes mudou o meu salário” (Gen.31:7). Labão, sogro de Jacó, não era um homem confiável. Pelas leis trabalhistas, dentro da constituição brasileira, é proibido alterar o salário de alguém, a não ser de acordo com a convenção do respectivo sindicato ou se for para mais pela bondade do patrão, mas nunca para menos.

Os semáforos (com nomes diferentes nas várias regiões do Brasil = farol, sinaleira, sinaleiro, semáforo) mudam intermitentemente dia e noite para distribuir o tráfego nas grandes cidades. Há pessoas cuja palavra são como os semáforos, mudam de minuto a minuto, e por isso não merecem confiança. Quanta diferença quando você vai à palavra de Deus e encontra lá escrito que ela é eterna (Sal.119:89), que seu trono é eterno (Sal.45:6), o reino de Deus é eterno (Sal.145:13), e que ele mesmo é o eterno Deus (Is.40:28). Tudo que se relaciona com o Senhor é eterno. Então você mesmo pode concluir: Se você se relacionar com Deus, poderá ser eterno assim como ele é eterno, afinal, tudo que se relaciona com Deus é eterno. Esqueça o dharma, uma filosofia, esqueça o budismo, uma crença, esqueça o adventismo, um nome de um movimento. Seja você um adventista de fato, aguarde realmente o advento de Jesus, creia na eternidade da palavra e de tudo que se relaciona com Deus. Não é a placa de uma igreja que irá, no futuro, salvá-lo, é o Deus eterno através de seu filho Jesus que nos dará todas as coisas. “Se fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida” (Apoc. 2:10). Todas as relações da vida exigem algum tipo de domínio próprio, de paciência, de confiança, então, por que o relacionamento com Deus não pode exigir as mesmas coisas? Precisamos do domínio próprio, de confiança na sua palavra e paciência para esperar a solução dele, no tempo dele. Nosso sucesso e nossa salvação estão indiscutivelmente relacionados com nossa comunhão pessoal com Deus. Isso é coisa só sua e de ninguém mais. A salvação que Jesus prometeu é individual. Está em você mudar como um farol, um sinaleiro, ou se firmar na verdade como uma rocha e permanecer para sempre. Você decide.

 

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