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21/03/2020
Meditação diária de 23/03/2020 por Flávio Reti – Inclinômetro
23/03/2020

Meditação diária de 22/03/2020 por Flávio Reti – Chave Inglesa

22 de março

Romanos 12:18  “Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens”

Chave Inglesa

Ao falarmos em chave, a primeira ideia que nos vem é de uma chave para abrir portas, mas quando falamos em chave inglesa a imagem é bem outra. É de uma ferramenta munida de um ajuste que pode abrir ou fechar duas pinças ajustando-as mecanicamente para permitir fazer força contra porcas e parafusos. A característica principal é isso mesmo, poder abrir ou fechar a abertura entre as pinças assumindo tamanhos diferentes por meio da regulagem. Agora, o que muita gente não sabe é que aqui pra nós no Brasil e em alguns outros países (Portugal, França, Alemanha, Espanha) ela é conhecida por chave Inglesa devido sua invenção ter sido de um engenheiro Inglês de nome Richard Clyburn, em 1842. Mas um camarada mais esperto, Enoch Harris, fez pequenas modificações no mecanismo de abertura e travamento e patenteou em seu nome em 1885. Em outros países como a Rússia, Dinamarca, Polônia, Israel e outros países Europeus, ela é conhecida como chave sueca porque um inventor sueco, Johan Petter Johansson, comprou a patente em 1891. É a espécie de ferramenta que não pode faltar em nenhuma maleta de ferramentas, porque ela se adapta a qualquer tipo de parafuso ou qualquer tipo de porca, sextavada, quadrada, hexagonal e permite aplicar força ou torque. Ela consegue se adaptar a maioria dos parafusos e porcas existentes no mercado. Para comprovar a eficiência dessa ferramenta, eu me lembro de um conhecido de nome José Jorge que se propôs a apertar os parafusos do cabo de uma cavadeira que eu havia lhe emprestado. E ele começou apertando, ao que eu dizia chega Zé, está bom Zé, não precisa mais Zé e ele apertando até que estourou o parafuso. Tive que comprar outros parafusos, mas essa experiência atesta a força que a chave inglesa pode aplicar nos parafusos e nas porcas, porque tendo o cabo um pouco mais longo isso aumenta a força como se fosse uma alavanca. O pensamento que me ocorre é que ela é uma ferramenta ajustável, o que nós, criaturas pensantes, não somos muitas vezes. Como cristãos que somos, deveríamos ser adaptáveis, maleáveis, ajustáveis às outras pessoas para poder conviver bem com todos. Afinal, a maior arte da vida é saber conviver bem com os demais ao nosso redor. É muito triste ver uma pessoa que não se relaciona, que tem dificuldade para conviver no meio das outras e o evangelho exige que nós sejamos sempre uma benção, mas como ser uma bênção se temos dificuldades para nos relacionar? Lembre-se disso: Viver bem com todos é a grande arte da vida e nós podemos aprender a viver bem.

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