Meditação diária de 21/01/2020 por Flávio Reti – Aquecedor Solar
21/01/2020
Meditação diária de 23/01/2020 por Flávio Reti – O Arado
23/01/2020

Meditação diária de 22/01/2020 por Flávio Reti – Ar Condicionado

22 de janeiro

Mateus 24:12  “E por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará”

Ar Condicionado

Estamos no mês de janeiro, acabamos de entrar no verão e essa é a época que mais falamos em ar condicionado, a grande invenção do engenheiro de 25 anos Willis Carrier. Sua invenção não tinha a intenção de resfriar as casas particulares, nem o comércio, mas foi para resolver o problema de uma empresa gráfica com problema de secagem de tintas nos dias quentes. A evolução desde a criação do ar condicionado tem muitos capítulos que dá para escrever um livro sobre a saga do ar condicionado. Ele raciocinou que seria possível retirar a humidade da gráfica resfriando o ar e inventou lá uma geringonça mecânica. A indústria têxtil que também tinha problema com a humidade do ar se interessou e já se transformou em mercado para a produção do aparelho de Carrier. Os grandes frigoríficos da época se valiam de gases tóxicos para resfriar o ambiente, mas corriam o risco de acidentes graves. O uso do ar condicionado em residências demorou a se popularizar e a primeira foi numa mansão de Minneapolis, em 1914. Depois em um hospital (Allegheny General Hospital of Pittsburgh) para controlar a humidade de um berçário que reduziu a mortalidade infantil devido à desidratação dos bebês. Em 1919 foi a vez de um cinema, o Riviera de Chicago, receber a novidade e o povo fazia fila na porta para entrar e sentir o gostinho do ar condicionado internamente. Os cinemas, em época de calor, perdiam quase 100% da clientela devido ao calor interno. Em 1923, uma loja de departamentos de Detroit instalou três máquinas de ar condicionado e viu sua clientela aumentar a ponto de atrair multidões para dentro da loja. Pode-se dizer que a invenção do ar condicionado levantou e impulsionou a indústria cinematográfica, que andava mal das pernas na época, apenas introduzindo aparelhos de ar condicionado nas salas de projeção. Em seguida foi a vez dos escritórios, as câmaras dos deputados, dos vereadores. Os da Casa Branca foram instalados em 1930. Foi nessa época que começou a ser vendido e instalado nas residências particulares e virou febre no mundo, até os vagões de passageiros das companhias ferroviárias passaram a contar com ar condicionado, depois nos automóveis e hoje é tudo isso que você vê quase em todas as casas. Em 1960 o ar condicionado já não era mais novidade, virou item de consumo normal com o custo dos aparelhos dentro do orçamento da maioria da população, assim como um fogão ou uma geladeira. A história é longa e tudo para resfriar o ambiente. Mas uma coisa que nunca deveria ser esfriada: a nossa fé, que deveria sempre estar aquecida, impulsionando os cristãos para frente e para o alto. Afinal, refrigeração do ar é paliativo, uma vez desligado esquenta em minutos. Mas o esfriamento da fé é tremendamente perigoso para a vida espiritual dos cristãos. Em termos de fé é melhor se manter aquecido. Pense assim!

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