Meditação diária de 20/07/2019 por Flávio Reti – Getúlio Dornelles Vargas
20/07/2019
Meditação diária de 22/07/2019 por Flávio Reti – Lars Schimidt Grael
22/07/2019

Meditação diária de 21/07/2019 por Flávio Reti – Michael Schumacher

21 de julho

Lucas 21:33  “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras jamais passarão”

Michael Schumacher

Muitos ainda se lembram, ele foi um automobilista alemão que por sete vezes foi campeão da principal categoria de automobilismo. Só em 2002, ele se sagrou o único piloto da história da Fórmula 1 que ficou entre os três primeiros em todas as corridas de um mesmo campeonato. Quando não estava nas pistas treinando ou correndo, ele era embaixador da Unesco, e também orador, para a segurança dos motoristas. Sempre esteve envolvido com ações humanitárias e considerado grande doador de fortunas para a caridade. Michael tinha um irmão, Ralf, que também participava de corridas e em 2001, no Canadá, eles dois conseguiram o primeiro e o segundo lugar na corrida de Montreal. Repetiram a dose em 2003 no mesmo circuito de Montreal. Parece que a vida só sorria para eles. Com apenas quatro anos de idade Schumacher ganhou seu primeiro Kart, isso porque seu pai era o administrador do kartódromo da cidade de Karpen, na Alemanha. Seu sonho inicial não era carros, mas futebol. Schumacher teve uma carreira sempre ascendente, a despeito de algumas punições das marcas pelas quais corria, mas ele sempre vinha em franca ascensão. Mas, como a vida é traiçoeira, Schumacher que em todas as corridas se arriscava e corria no limite, sempre se deu bem nos campeonatos, mas passando férias numa estação de Ski sofreu uma queda com traumatismo craniano e sua carreira ascendente migrou a pino para baixo. Foi-se a era Schumacher. Hoje ele sequer é lembrado, aquele que foi sete vezes campeão de Fórmula 1 permanece fora das vistas de seus fãs e inclusive dos colegas de equipes e de campeonatos.  Ele se encontra em casa, tratado pela família, na cidade Suiça de Gland, perto de Genebra, proibido de receber visitas. Rubens Barrichello, amigo pessoal dele, tentou visitá-lo, mas teve a visita negada pela família com a seguinte explicação: “Não vai fazer bem para você e também não vai fazer bem para ele”. Uma segunda vez Barrichello tentou uma visita e novamente lhe foi negada a oportunidade. Hoje, ninguém sabe da situação daquele que foi o ídolo de muitos ao redor do mundo. Mas o que chama a atenção é como a fama é passageira. Pior ainda, a sequela que deixou no heptacampeão aquela queda onde ele esquiava e bateu com a cabeça numa pedra o tirou da vida pública e lhe deu como brinde o ostracismo. Sua família alegou que estava gastando 20 milhões por ano no tratamento dele em casa e que sua fortuna, ganha nas pistas, estava se esgotando. Conclusão: A fama passou depressa, o dinheiro não resolve, os amigos nada podem fazer e a previsão de volta ao pódio é nula. Então, o que se pode esperar desta vida? Praticamente nada. Essa vida a que estamos acostumados é muito incerta, só mesmo a vida eterna é certa. E eu sei que ela é certa porque foi promessa do próprio Senhor Jesus quando assegurou aos discípulos que iria para o Pai, mas voltaria. Observe as palavras dele: “Na casa de meu pai há muitas moradas, se não fosse assim, eu vos teria dito, pois vou preparar-vos lugar. E, se eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (João 14:2-3). Sabemos que Jesus foi e pela lógica, ele virá. Vamos aguardar.

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