Meditação diária de 20/03/2020 por Flávio Reti – Cremação
20/03/2020
Meditação diária de 22/03/2020 por Flávio Reti – Chave Inglesa
22/03/2020

Meditação diária de 21/03/2020 por Flávio Reti – Chapinha

21 de março

Salmos 8: 4-5  “Que é o homem para que te lembres dele? E o filho do homem para que o visites? Contudo, pouco abaixo de Deus o fizeste, de glória e honra o coroaste”

Chapinha

Destinada a modificar a estrutura do cabelo por meio do calor gerado nela, a chapinha é uma ferramenta até bem conhecida, se não do público em geral, pelo menos dos profissionais dos salões de beleza. Ela às vezes recebe nomes diversos como chapa, chapinha, piastra, prancha de modelar e elas podem tanto alisar os cabelos com produzir cachos em quem nunca teve cacho. O princípio usado pelas chapinhas é o mesmo usado pelo ferro de passar roupa. Quando aquecido o ferro alisa as roupas eliminando as rugas deixadas pela máquina de lavar, semelhantemente a chapinha quando aquecida elimina os encaracolados do cabelo, os amassados de quando se dorme em cima do cabelo. Apenas uma ressalva: o ferro é para alisar roupa e a chapinha é para alisar cabelo, não invente de inverter porque não vai dar certo, embora o princípio de funcionamento seja o mesmo. Como tudo quase sempre tem um inventor por trás, a chapinha também teve. Diz-se ter sido inventada em 1890 por um tal Marcel Grateau uma chapinha para produzir cachos, mas a chapinha como a conhecemos hoje, duas placas de ferro ou cerâmica aquecidas e ligadas por uma dobradiça, esta foi inventada em 1912 por Jennifer Bell Schofield para alisar cabelos crespos ou encaracolados. Com as primeiras chapinhas inventadas, as mulheres corriam o risco de saírem do salão com queimaduras ou com os cabelos sapecados porque não havia controle da temperatura, mas com as chapinhas mais modernas parece que esse risco diminuiu, ou quase desapareceu. Jennifer era uma cabeleireira escocesa, considerada a inventora da atual chapinha, quando estava com 30 anos. Nos seus dias estava na moda usar cabelos cacheados, era o que a maioria das mulheres procuravam no seu salão, mas ela resolveu lançar uma nova moda alisando cabelos, algo diferente, a tal ponto de se tornar obsessiva com alisamento de cabelos e obteve sucesso. É bom lembrar que as primeiras chapinhas criadas eram aquecidas diretamente no fogo mesmo, não havia ainda eletricidade para plugar o objeto e o objetivo maior nem era a beleza, era para atender as mulheres negras que queriam seus cabelos lisos como as demais e por essa razão foi exatamente nos Estados Unidos que a chapinha mais se popularizou. A chapinha nunca se popularizou nos países africanos, porque por lá o normal é ter o cabelo encaracolado, liso soa estranho, mas por aqui onde o normal é ter cabelo liso, o encaracolado é que soa estranho e por isso a onda de alisar os cabelos. A pergunta é por que as pessoas não se aceitam como são? Há alguma razão lógica para se mudar a aparência de como somos? Ou é normal querer parecer aquilo que não somos? É bom lembrar que para Deus somos únicos, não existem duas pessoas iguais, embora se pareçam às vezes. Isso me faz especial para Deus que tem amor por mim individualmente e Cristo teria morrido por mim se eu fosse o único pecador. Esse é um pensamento encabulante!

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