Meditação diária de 19/09/2020 por Flávio Reti – Refrigerante
19/09/2020
Meditação diária de 21/09/2020 por Flávio Reti – Retroprojetor
21/09/2020

Meditação diária de 20/09/2020 por Flávio Reti – Relógio 

20 de setembro

Salmos 90:12  “Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos coração sábio”

Relógio 

A história do relógio vem desde o século XVI antes de Cristo, desde os sumérios na Babilônia. É uma das mais antigas invenções para medir o tempo, começando com os relógios de areia, as famosas ampulhetas, e depois com os relógios d’agua chamados de clepsidra. De água porque eram acionados por uma queda de água. No ano 725 depois de Cristo, um chinês de nome Yi Xing, um monge budista, fabricou um relógio mecânico com uma série de engrenagens e que necessitava de 60 baldes de água para dar uma volta completa em 24 horas. De lá para cá surgiu muita gente melhorando o mecanismo e em 1500, ano do descobrimento do Brasil, Peter Henlein, na cidade de Nuremberg fabricou o primeiro relógio de bolso. Em 1595 Galileu Galilei entra na disputa da evolução do relógio e acabou inventando relógios de cordas, com pêndulo, de parede, de mesa, aqueles com indicação sonora das horas, com carrilhão nas horas exatas. Mas os relógios de bolso eram os mais cobiçados porque representavam alta sociedade, quem tinha um era considerado aristocrata. Conta-se que Santos Dumont inventou o relógio de pulso, que uma noite, conversando com um amigo relojoeiro, Louis Cartier, ele reclamou que tinha dificuldades para ver as horas porque com as mãos presas no manche era difícil puxar o relógio do bolso. Santos Dumont teria adaptado um relógio de bolso ao pulso, mas essa história não convence, porque em 1814 uma irmã de Napoleão Bonaparte pediu a um relojoeiro de Nápoles e ele teria inventado o relógio de pulso a pedido dela. Hoje, relógio está virando sucata, porque tudo marca as horas: televisores têm relógios, receptores de Tv têm relógios, celulares, painel do carro, rádios de carro, canetas com relógio, telefones de mesa, computadores com relógio, chaveiros com relógio, onde mais não tem um relógio? Aqueles nas torres das igrejas há anos viraram folclore, o Big Ben na torre do parlamento em Londres é prova disso, só folclore e atração turística. Hoje o assunto é relógio atômico que pode variar só 1 segundo em 1.000 anos. Mas, sabe porque ainda há uma certa preocupação com relógios? É porque o tempo está passando, a fila está andando, e nós estamos envelhecendo. O tempo é implacável, ele não perdoa ninguém e hoje ou amanhã deixaremos de existir. Nosso futuro, se não estiver escondido com Deus, ninguém poderá nos garantir nada. Então, há a necessidade de sermos sábios o suficiente para saber escolher o que queremos para nossa vida mais na frente. A vida eterna é uma realidade para aqueles que se preparam para ela. Nossa é a oportunidade de estar com Jesus no reino dos céus e o tempo que se chama hoje nos permite decidir o que queremos para nossa vida amanhã.

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