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19/07/2020
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21/07/2020

Meditação diária de 20/07/2020 por Flávio Reti – Margarina

20 de julho

Gênesis 1:29  “Eis que vos tenho dado todas as ervas que produzem sementes … bem como todas as árvores em que há fruto e dê semente”

Margarina

Há tempo a indústria de Margarina vem difamando a manteiga como responsável pelos enfartes causados pelo entupimento das artérias e com isso popularizando a margarina como gorduras de origem vegetal indicada em substituição da manteiga. Michel Eugène Chevreul, em 1813, identificou um ácido na composição das gorduras que futuramente veio a fazer parte da margarina. Em 1860, o imperador da França, ofereceu recompensa para quem inventasse um substituto para a manteiga que fosse mais barato para atender aos habitantes mais pobres da França e também para abastecer o exército. Nove anos depois, um químico de nome Hippolyte Mege-Mouriés inventou um coisa que ele chamou de oleomargarina. O que quase ninguém sabe é que margarina é uma palavra de origem grega (margaron) que quer dizer pérola, por causa da cor perolizada da nova gordura inventada. Mas a margarina não é apenas óleos vegetais hidrogenados, porque ela contém água, leite desnatado, sal e emulsificante para dar volume, além dos óleos vegetais. Atualmente não se fala mais em gordura hidrogenada, mas se fala em gordura interesterificada que, segundo a classe médica, é ainda mais danosa para a saúde humana. Durante muito tempo pensou-se que a margarina era mais saudável que a manteiga, contudo esse pensamento foi contestado ao verificar-se que a margarina continha uma maior proporção de gorduras trans do que a manteiga, produzida na hidrogenação e vários estudos demonstraram que existe uma relação entre as dietas altas em gorduras trans e as doenças do coração, concluindo-se que a margarina é pior em termos de nutrição que a manteiga. Dentre os produtos alimentícios industrializados, a margarina é a que recebe mais aditivos, dentre os quais corantes, espessantes, emulsificantes, flavorizantes, umectantes, aromatizantes e estabilizantes e para disfarçar recebe um pouco de vitaminas e gorduras boas ao organismo, como a ômega 3. Lá no santuário, nos dias de Moisés, Deus proibiu o uso de gordura animal como alimento (Lev.3:17) e olhando hoje o aumento de doenças coronárias devido ao uso de gorduras na forma de manteiga e de margarinas, de carnes gordas, somos levados a concluir que Deus estava cheio de razões. Quando Deus colocou o homem no Jardim do Éden, ele não ofereceu um cardápio à base de gorduras, ele, ao contrário, ofereceu frutas e sementes das árvores e lendo a bíblia não se tem notícia de que alguém morreu de infarto por motivo de entupimento das veias do coração. Deus é muito sábio para errar e quando ele proibiu comer gorduras, ele estava coberto de razões. Logo, o melhor que fazemos é seguir ainda hoje seus conselhos de lá do Éden.

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