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20 de janeiro

Salmos 89:47  “Lembra-te de quão breves são os meus dias e quão efêmero criaste todos os filhos dos homens”

Aparelho de DVD

Os homens sempre foram fascinados pelo aprisionamento do som e da imagem. A luta dos primeiros desenvolvedores da gravação era de prender o som que como você sabe é algo muito volátil. Uma vez produzido se vai não se sabe pra onde e acabou. Mas a engenhosidade humana, começando com Thomas Edson em 1877, que na prática era um mecânico, que conseguiu gravar e reproduzir um fonógrafo de cilindro metálico e a invenção agradou tanto que pelo mundo inteiro se vendeu cilindros metálicos gravadores de som até 1900. Daí para frente começaram a surgir no mercado os fonógrafos de disco com a vantagem de poder ser usado dos dois lados, duas gravações diferentes, portanto. De 1890 até 1900 reinaram os gravadores tipo cilindro, movimentados por uma manivela. A partir de 1910 o mesmo Thomas Edson criou sua empresa (Edson Disc Record) lançando o disco metálico e depois em vinil que duraram até 1950, os famosos bolachões que rodavam a 78 rpm. Paralelamente se inventou também o gramofone, um aparelho com cordas semelhantes às do relógio e que dispensavam as manivelas. Já era o início da automatização do gramofone. A reprodução se dava com uma agulha percorrendo os sulcos deixados no momento da gravação e cuja vibração era amplificada simulando a voz original gravada, mas era muito precário. Os discos tinham duração limitada e daí é que vem a expressão portuguesa “até furar o disco, ou, vai furar o disco”, porque a agulha ao percorrer a trilha de gravação a cada reprodução desgastava um pouco mais e o disco acabava inutilizado. Devo dizer que a agulha era um estilete de diamante de longa duração, mas o vinil era um plástico desgastável.

Depois a coisa evoluiu e vieram as fitas recobertas com um óxido metálico que gravavam magneticamente e reproduziam também magneticamente. Como a engenhosidade humana tão reconhece limites, a tecnologia avançou para o disket, deixou de ser analógico e passou a ser digital. E em pouco tempo já estava sendo capturados não apenas o som, mas também imagem. Enquanto era apenas som, eram chamados de CD (digital Disk) e quando passou a receber imagens se chamou DVD (Digital Video Disk). Por um pequeno período de tempo foi a máxima invenção do Novo Milênio, mas em pouco tempo passou e hoje se fala em memória sólida. Estão aí os pendrives, os HDs de memória sólida e a gente já não sabe mais aonde tudo isso vai parar, porque as mudanças estão sendo muito rápidas. Isso me faz lembrar as palavras de Jesus de que “os últimos acontecimentos seriam rápidos” e eu faço uma comparação de como a vida está mudando rapidamente de modo que ninguém esperava tanto. Realmente o tempo está escoando, a vida está passando e estamos nós nos preparando na mesma velocidade? Jesus vem por aí em breve!

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