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18/02/2019
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20/02/2019

Meditação diária de 19/02/2019 por Flávio Reti – Pedro de Alcântara Gastão João Maria Filipe Lourenço Humberto Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orléans e Bragança e Dobrzensky de Dobrzenicz

19 de fevereiro

Jeremias 17:7  “Bendito o varão que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor”

Pedro de Alcântara Gastão João Maria Filipe Lourenço Humberto Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orléans e Bragança e Dobrzensky de Dobrzenicz

Mas quem foi esse cujo nome é quilométrico? Você já leu sobre Dom Pedro I, Dom Pedro II e vai conhecer agora Dom Pedro Gastão, o dono desse nome aí acima. Aproveitando que acabou o imperialismo no Brasil e se instalou a república, esse tal Dom Pedro Gastão se juntou a um grupo de Petrópolis e pretendia reaver seus direitos na sucessão do extinto trono brasileiro, afinal, ele era da família imperial. Era o segundo filho de Pedro de Orleans, neto da última princesa do Brasil, a conhecida como Isabel do Brasil e bisneto do último imperador do Brasil, Dom Pedro II. Ele não era brasileiro, nasceu na França, mas chegou ao Brasil com nove anos de idade em 1922, exatamente quando o presidente Epitácio Pessoa revogou a lei do banimento de todos os Portugueses envolvidos com a família imperial. Dom Pedro Gastão se estabeleceu em Petrópolis, no Estado do Rio de Janeiro, e lá ficou conhecido popularmente como membro da família imperial e recebeu o apelido de príncipe de Petrópolis. Querendo ser espertinho, ele começou batalhar na justiça para anular o documento assinado pelo seu pai quando abdicou da linha sucessória imperial. O orgulho dele era dizer que conheceu pessoalmente todos os chefes de Estado do Brasil desde Epitácio Pessoa até Fernando Henrique Cardoso. Em 1990 houve no Brasil um plebiscito para o povo escolher entre a monarquia e a república e Dom. Pedro Gastão se empenhou de corpo e alma na campanha para reestabelecer a monarquia, mas seus esforços foram em vão, a república venceu e o Brasil continua republicano. Ele faleceu em 2007, aos 94 anos, na Espanha.

Aqui, na minha cabeça, fica essa história de luta para ganhar um trono que, embora passageiro, é motivo de orgulho e de cobiça de muitas pessoas, assim como foi de Dom. Pedro Gastão. Ele morreu e não conquistou o sonhado trono, mas a nós é dado o privilégio de um dia estar ao redor do trono de Deus no céu e talvez até assentado nele como diz o livro de Apocalipse (Apoc.3:21). Embora ele fosse parente da família real, ele não era filho herdeiro direto, mas nós somos filhos de Deus e como filhos temos o direito ao reino que está prometido desde a fundação do mundo (Mat.25:34). Não precisamos entrar na justiça e nem tentar pela política, o direito já é nosso. Sentar em um trono e ostentar na cabeça uma coroa de ouro é um sonho, e que sonho! O apóstolo Paulo também tinha e visionava esse sonho, o que inferimos das suas seguintes palavras: “Combati o bom combate, acabei a carreira e guardei a fé e desde agora a coroa da justiça me está guardada nos céus, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia, não somente a mim, mas a todos quantos amarem a sua vinda” (II Tim.4:7, 8). E a qual dia se referia ele? Ao dia da volta de Jesus, o mesmo dia que nós também aguardamos. Será o dia da nossa redenção, afinal.

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