Meditação diária de 17/10/2017 por Flávio Reti
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Meditação diária de 18/10/2017 por Flávio Reti

18 de outubro
Dia do médico

Gênesis 50:2   “E José ordenou aos seus servos, os médicos, que embalsamassem a seu pai e o médicos embalsamaram a Israel”

Se há uma classe de profissionais que merecem nossa homenagem no seu dia, é esta, a classe dos médicos. Eles são os responsáveis de cuidar de nossa saúde, mas quase sempre quando ela vai mal. Os médicos são tão habilidosos que eles se distribuem para melhor ajudar. Eles podem ser generalistas, ou especialistas em alguma área específica, mas nunca perdem de vista o objetivo de sua profissão: ajudar para salvar a vida. Queira bem aquele que desfila apressado pelos corredores de um hospital, vestido com um jaleco branco, com um estetoscópio pendurado ao pescoço, ele pode ser o médico que está mergulhado em mil pensamentos, com dezenas de pacientes, no afã de salvar a todos da dor, do sofrimento, da agonia que a doença traz. Lá na sala de espera sempre está um familiar que corre para atalhar o médico e perguntar “e daí, doutor, como ele está?”. E ele sempre tem uma palavra estudada, adequada, para não ferir, não magoar, mas sabendo que precisa dizer a verdade, ainda que doa. Ser médico deixa de ser uma profissão nessas horas e passa a ser um ministério de entrega, de amor. São horas de plantão em favor de estranhos, enquanto sua família está lá em casa à sua espera. Frequentemente privado do sono, negligenciando mesmo o alimento, afastado, em grande parte, dos prazeres sociais e dos privilégios religiosos, a vida do médico parece achar-se sob contínua sombra. A aflição que ele vê, os dependentes mortais ansiando auxílio, seu contato com os depravados, magoam lhe o coração e chegam quase a ponto de lhe destruir a confiança em si. O médico que ministra nos lares do povo, velando ao pé do leito dos doentes, aliviando-lhes a aflição, tirando-os das portas da morte, dirigindo palavras de esperança ao moribundo, conquista-lhes na confiança e nas afeições um lugar que a poucos outros é dado ocupar. Nem mesmo ao ministro do evangelho são concedidas tão grandes possibilidades, ou uma influência de tão vasto alcance” (Ciência do Bom Viver, p.132). Quando o paralítico procurou a Cristo (Mat.9:2), ele encontrou em Cristo tanto a cura da alma como a do corpo. Ele necessitava saúde da alma antes de poder apreciar a do corpo.

“Se eu tão-somente tocar a Sua veste, ficarei sã.” Mat. 9:21. Foi uma pobre mulher que proferiu essas palavras – uma mulher que por doze anos sofrera de doença que lhe tornara a vida um fardo.

“Senhor, tem compaixão de nós, filho de Davi” (Mat.9:27). Eram dois cegos que seguiam clamando. Paralíticos, cegos e toda sorte de enfermidade, homens e mulheres, sem distinção, todos procuravam o médico Jesus que andava por toda parte fazendo o bem (At.10:38). A todos quantos se tornam participantes de Sua graça, o Senhor indica uma obra em benefício de outros. Cumpre-nos estar, individualmente, em nosso posto, dizendo: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Isa. 6:8). Os médicos trabalham perto de Deus e junto dos anjos, veja a citação de Ellen White; “Os anjos de Deus estão nos quartos onde tais doentes são tratados, e a atmosfera que rodeia a alma de quem dá o tratamento será pura e fragrante. Médicos e enfermeiras devem nutrir os princípios de Cristo. Suas virtudes se devem manifestar na vida dos mesmos” (Ciência do Bom Viver, p.223)

Na luta com a doença e a morte, as energias do médico são provadas ao máximo da resistência. A reação desse terrível esforço prova em extremo o caráter. É então que a tentação tem maior poder. O médico, mais que qualquer outro profissional, necessita de domínio de si mesmo, pureza de espírito, e daquela fé que se apega ao Céu e necessita também das nossas orações. Você, durante a sua vida, já orou por algum médico? Hoje é o dia do médico, aproveite e ore por ele. Amanhã você poderá estar nas mãos dele e ele poderá ser aquele médico abençoado pelas suas orações, o anjo da sua salvação, em seu próprio benefício.

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