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Meditação diária de 18/07/2019 por Flávio Reti – George Savalla Gomes

18 de julho

Salmos 6:5  “Pois na morte não há lembrança de ti, no Seol, quem te louvará?”

George Savalla Gomes

Seu nome de guerra nos palcos da vida era Carequinha, um dos palhaços mais conhecido e mais pândego do Brasil. Ele já nasceu numa família circense, seus pais eram trapezistas. Sua mãe estava se apresentando no trapézio quando sentiu as dores do parto e quase deu à luz no picadeiro mesmo. Já criança ainda Carequinha se apresentou com 5 anos de idade e aos 12 já era palhaço oficial do circo. Em 1938 ele estreou como cantor numa rádio do Rio e na televisão e foi o primeiro palhaço a ter um programa seu mesmo na antiga TV Tupi. Depois de fazer um programa específico na TV Piratini de Porto Alegre, Carequinha foi convidado a ficar só com os gaúchos e ele depois da TV saia pelas cidades gaúchas, inclusive no Uruguai, fazendo shows. Acabou que carequinha esteve na TV Curitiba, na TV Gaúcha, na TV Manchete, na TV Difusora, a pioneira a transmitir em cores. Em 1976 foi feito um filme sobre o palhaço Carequinha que ainda pode ser visto no You Tube. Já mais recente, ele participou da Escolinha do Professor Raimundo, na Globo. Teve também a experiência de participar de novelas (As Três Marias e Hoje é dia de Maria) também na rede Globo. Assim que deixou seu programa, o espaço foi ocupado pela Xuxa com o programa O Clube da Criança. Carequinha morreu em 2006, com 90 anos. Certa manhã ele se queixou de falta de ar e dores no peito e acabou morrendo antes de receber socorro médico. No seu caixão foi colocado o traje colorido que ele usava nos programas, mas ele muitas vezes já havia manifestado o desejo e até dado ordens para que, ao morrer, fosse enterrado com a cara pintada, segundo ele mesmo dizia, era para alegrar os mortos. Mas a família não atendeu a esse último pedido e ele foi enterrado com a cara limpa, mas foi sepultado vestido com a roupa de palhaço.

Pobre Carequinha, querer ser sepultado com a cara pintada para alegrar os mortos! Ele mal sabia que os mortos, segundo a bíblia, não sabem coisa alguma, seus pensamentos estão estregues ao esquecimento (Ecl.9:5). Essa é uma verdade que muita gente, além do Carequinha, desconhece. Há uma crença geral, difundida pela Igreja Romana que as pessoas ao morrer vão para um dos três lugares: Purgatório, Limbo ou para o Inferno e que a alma do falecido fica por aí vagueando até alguém rezar por ela e algum santo dar-lhe um destino justo. Pura crendice para manter o povo na ignorância. Essa é uma artimanha de satanás, manter o povo na ignorância, afinal esse foi o mesmo método usado nos dias da reforma protestante na Europa. A bíblia era acorrentada aos mosteiros, o povo não tinha acesso a ela, apenas os monges tinham oportunidade de manuseá-la e depois repassar ao povo como bem lhes parecesse. O apóstolo João, escrevendo o que o anjo do Apocalipse lhe revelou, nos diz o seguinte: “Bem aventurado aquele que lê, e bem aventurados os que ouvem as palavras desta profecia e guardam as coisas que nela estão escritas (Apoc.1:3). Realmente, a bíblia é qual uma bússola que sempre aponta o Norte para o viajor desnorteado no deserto dessa vida. Nós temos onde alicerçar nossa fé e o alicerce está na palavra de Deus, basta ler lá.

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