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17/04/2020
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18/04/2020

Meditação diária de 18/04/2020 por Flávio Reti – A Cruz Vermelha

18 de abril

II Coríntios 5:14  “Pois o amor de Cristo nos constrange, porque julgamos assim…”

A Cruz Vermelha

A cruz Vermelha foi fundada por um filantropo de nome Jean Henry Dunant, em 8 de maio de 1828 e que foi o vencedor do prêmio Nobel da Paz em 1901. No seus objetivos, ao fundar a Cruz Vermelha, ela deveria ser neutra, imparcial, usar um emblema que fosse reconhecido por todos e respeitado mundialmente. Sua função seria aliviar o sofrimento de soldados prestando serviço voluntário oferecido por pessoas voluntárias. Seus membros não fazem distinção de pessoas, de nacionalidade, de raça, se é político ou leigo, se é rico ou pobre. Ela se envolve unicamente no socorro das pessoas no intuito de aliviar o sofrimento. É uma organização que não pertence a nenhum governo, independente, no entanto é admitida por todos os países e estes a permitem trabalhar dentro de seus limites sempre que seus préstimos são necessários. Ela precisa se abster de entrar em conflitos e não deve nunca se envolver com os conflitos onde estiver atuando. Não visa lucros e se mantém com verbas dos países consignatários e das doações de filantropos do mundo inteiro. Entre as suas atribuições estão a identificação de corpos retirados de batalhas, abrir e esviscerar, fechar corpos, identificar órgãos, identificar pedaços de corpos para posterior exames, guarda temporária do material, embalsamento de cadáveres e uma série de outras atividades relacionadas com feridos e mortos em guerras e conflitos.

Como se pode ver, a Cruz Vermelha presta um excelente serviço humanitário onde for necessário, mas ainda está muito longe da Cruz de Cristo. A cruz de Cristo é mais ampla no seu objetivo, na sua abrangência. Seu lema é salvar todos que se achegarem a Deus. A Cruz que os cristãos reverenciam foi pensada, não por um filantropo humano, apesar de lindo seu trabalho, mas pelo próprio Deus e muito antes de haver conflito no universo.

Na próxima vez que você pensar na cruz, não repare no emblema afixado nela com cores vermelhas para identificá-la internacionalmente. Pense nela como um instrumento de tortura, ensanguentado, sobre o qual morreu nosso senhor e salvador para salvar até o mais vil pecador.

A Cruz de Cristo faz toda a diferença no coração das pessoas. Quando a Cruz está presente, a lembrança de Cristo é constante e os males de uma sociedade corrompida pelo pecado não atinge os membros dessa organização celestial. A Cruz de Cristo, uma vez plantada no coração das pessoas, dará fruto para a eternidade. “O exemplo do Salvador deve ser a norma de nosso serviço pelo ferido e o errante. O mesmo interesse e ternura e longanimidade que Ele tem manifestado para conosco, nos cumpre mostrar para com os outros. “Como Eu vos amei a vós”, diz Ele, “que também vós uns aos outros vos ameis” (João 13:34).

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