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17/03/2019
Meditação diária de 19/03/2019 por Flávio Reti – George Washington Walker
19/03/2019

Meditação diária de 18/03/2019 por Flávio Reti – Rudolf Christian Karl Diesel

18 de março

Provérbios 22:1  “Mais digno de ser escolhido é o bom nome do que as muitas riquezas…”

Rudolf Christian Karl Diesel

Observe o último sobrenome desse camarada, lembra alguma coisa? O nome é visivelmente alemão mas ele nasceu na França em 1858. Seus pais emigraram da Alemanha e Rudolf Diesel acabou nascendo na França, mas os pais eram alemães da Bavária. Diesel foi o inventor de um motor a explosão que utilizava pistões e uma árvore de manivelas (virabrequim) para produzir movimentos rotativos. Para isso ele utilizou uma reação química explosiva, o que acontece quando o óleo é comprimido juntamente com o oxigênio e ao se misturar sob alta pressão causa uma explosão. Daí até o motor funcionar a contento a história é longa. Precisou de uma câmara de explosão, de injetar o óleo na medida e no momento certo, da entrada de oxigênio e da saída do gás resultante depois da queima do óleo. Tudo isso matematicamente calculado e controlado para o movimento do virabrequim ser uniforme e contínuo produzindo o efeito rotativo esperado. Por incrível que pareça, o motor diesel pode funcionar com qualquer tipo de óleo, desde que se faça as correções de injeção de óleo e de ar adequadamente, ele pode funcionar com óleo vegetal, como óleo de amendoim, de mamona, de algodão, ou mesmo com gordura animal, como gordura de porco ou sebo de vaca. Parece pouco, mas o motor diesel ganhou espaço no mundo inteiro e desbancou o uso de enormes máquinas a vapor movidas a carvão mineral ou a lenha in natura e com isso as locomotivas e os navios a diesel se multiplicaram pelo mundo. Infelizmente, depois de registrar seu invento e de negociar a produção de motores a diesel, ao atravessar o Canal da Mancha, ele foi encontrado morto e ninguém até hoje soube explicar devidamente a causa de sua morte. Especula-se suicídio, homicídio ou algum acidente comum, mas jamais foram esclarecidas as possíveis causas da morte do grande inventor Rudolf Diesel. As únicas informações são que ele embarcou em Antuérpia, na Bélgica, para Londres e jamais chegou ao seu destino. Algumas semanas depois, um corpo foi encontrado boiando na Costa Belga. Recolheram as roupas e os objetos pessoais e devolveram o corpo ao mar, porque na época era costume assim fazer, e posteriormente seu filho Eugen Diesel reconheceu os objetos como pertences de seu pai. Futuramente, o nome Rudolf Diesel foi acrescentado ao Hall of Fame, nos meios automobilísticos.

Mas de que adiantou ter o nome no Rol da Fama entre os aficionados por automóveis quando não se está mais presente para desfrutar da fama? Assim é a vida nesta terra, muito incerta. De nada valem fama e nome contra a incerteza da vida, contra a certeza de que vamos morrer inevitavelmente, a menos que façamos um concerto com o eterno, que sejamos sinceros com nosso Deus e lhe entreguemos nova vida, porque aí sim, um dia estaremos com Cristo no céu para desfrutarmos de delícias mil, juntamente com todos os anjos e todos os seres dos mundos não caídos. Quando paro e penso no céu, minha mente se perde em conjecturas e eu não concluo o pensamento, porque deve ser grandioso, estupendo, indizível, mas de delícias, de prazer, de vida. Por tudo isso, embora não consiga entender tudo, eu quero estar lá.

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