Novo Encontro – Bíblia Estranha
17/02/2019
Meditação diária de 19/02/2019 por Flávio Reti – Pedro de Alcântara Gastão João Maria Filipe Lourenço Humberto Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orléans e Bragança e Dobrzensky de Dobrzenicz
19/02/2019

Meditação diária de 18/02/2019 por Flávio Reti – Yoko Ono

18 de fevereiro

João 14:3  “E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também”

Yoko Ono

Está aí uma pessoa que ainda vive e que foi agraciada com a oportunidade de estudar, numa das melhores escolas do Japão, piano clássico e violão. Mas aproveitando ainda mais as oportunidades da vida, ela se mudou em definitivo para os Estados Unidos, especificamente para Nova York e voltou a frequentar a faculdade de música tendo a chance de conhecer diversas e importantes figuras da música de vanguarda. E daí ela passou a produzir de tudo, músicas, poemas, literatura, quadros, filmes e entre uma coisa e outra algumas gravações absurdas para o público tais como sons de descarga de carros de corrida, barulho de descarga de sanitários, entre outras esquisitices. Para você ter uma ideia de suas doidices, numa ocasião se apresentando no Carnegie Recital Hall ela propôs a peça “Cut Pieces” (Corte pedaços) onde ela ficava sentada e incitava o público a cortar com uma tesoura pedaços de sua própria roupa até ficar pelada. A crítica amou a performance muito atrevida e vanguardista até demais. Em um de seus filmes denominado “Bottoms” ela apresentou 365 closes de nádegas, um para cada dia. Numa de suas exposições o cantor John Lennon, do grupo “The Beatles” estava presente, gostou da apresentação e também da expositora e logo estavam se casando. Bem, resumindo muito, mas muito mesmo, a descrição de Yoko Ono, viúva de John Lennon, em 2013 ela lançou um disco em nome de uma banda, a Plastic Ono Band, com o título, pasmem, “Take me to the land of Hell” que traduzido seria “Leve-me para a terra do inferno” e que também caiu nas graças do público consumidor desse tipo de coisa e também nas graças da crítica em geral, mais um sucesso para ela.

Não posso expressar nada contra Yoko Ono, uma mulher talentosa sem dúvida, mas posso discordar de algumas coisas que para ela era normal. Eu nunca escreveria uma frase como esta: “Leve-me para a terra do inferno”. Afinal eu sou cristão, creio no evangelho e meu desejo é que as palavras de Cristo de nos levar para o céu sejam cumpridas muito breve porque é lá que eu quero estar, é para lá que eu almejo ser levado. Aliás, o mundo está a caminho do inferno, não precisa que alguém leve. Precisa outrossim de que alguém se interponha no caminho e desvie seu curso para a terra do além, da eternidade, do novo céu, da vida eterna que Jesus prometeu quando deixou esta terra dizendo que em breve virá. Vamos aguardar esse glorioso dia quando Cristo pessoalmente nos levará para as mansões celestiais prometidas. Muitas coisas nos incitam para o inferno, nem seria necessário Yoko Ono escrever que queria ir para o inferno. Muitos há que não acreditam que nós temos um céu a ganhar e um inferno do qual fugir e pelas obras que fazem revelam seus interesses. Eu discordo de Yoko Ono, porque eu quero que Jesus me leve para o céu.

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