Meditação diária de 17/01/2019 por Flávio Reti – Alphonse Gabriel “Al” Capone
17/01/2019
Comentários da Lição 3 (1o Trim/2019) por Classe 3
18/01/2019

Meditação diária de 18/01/2019 por Flávio Reti – Busto de Alexandre, o Grande

18 de janeiro

Atos 16:31  “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo tu e a tua casa”

Busto de Alexandre, o Grande

Apenas duas pessoas no mundo aparecem com o epiteto de “o grande”: Herodes o Grande e Alexandre o Grande. Comumente chamado de Alexandre o grande ou Alexandre Magno, com apenas 20 anos de idade já sucedeu seu pai no trono em 336 antes de Cristo. Com gana de conquistador, invadiu e ocupou toda a Asia e tinha olhos voltados para a India em 326 a.C. Fundou muitas cidades às quais dava seu nome, entre elas Alexandria, no Egito. Sua fama se espalhou e as pessoas o adoravam como um Deus. Com 32 anos de idade ele já havia conquistado o mundo e mantinha grandes planos para o futuro. Mas tais planos jamais foram levados a cabo, porque no ano 323 a.C. ele deu uma grande festa e nesta festa ninguém comeu ou bebeu mais do que ele. Ele bebeu e comeu durante toda a noite e durante o dia seguinte. Deitado bêbado no seu quarto, apanhou um resfriado forte e teve muita febre, dias depois ele entrou em coma e já estava sendo julgado morto pelos seus homens mais próximos. Fizeram uma longa fila de militares passando ao lado de sua cama, como para dar um adeus ao líder, quando ele se ergueu surpreendendo a todos e na oportunidade lhe perguntaram para quem deveria ficar o reino caso ele sucumbisse, ao que ele respondeu laconicamente: “Com o mais forte” e morreu dois dias depois. Ele havia conquistado todo o mundo, mas não fora capaz de conquistar a si mesmo. Havia controlado milhares de pessoas, mas não fora capaz de controlar suas próprias paixões e seu apetite eivado de vícios. Tinha se saído vitorioso em dezenas de batalhas e perdendo a mais importante de todas, a batalha da vida. Você já deve ter visto essa batalha acontecendo com você mesmo ou com alguém de seu conhecimento. É aquele colega que fica furioso por algo que alguém lhe tenha feito ou dito e promete vingança, quer pôr as coisas em pratos limpos. Pode haver luta, briga, e ele pode até ganhar a luta, mas perde a batalha contra o próprio eu. Às vezes a batalha acontece dentro no nosso lar. Uma esposa não consegue alguma coisa que desejava. Ela se sente como se alguma coisa a estivesse ferrotoando e incomodando, daí começa a se lamentar e se queixar. Com seus queixumes ela torna a vida dentro de casa desagradável para si e para todos os outros membros da família. Ela insiste, não resiste, até que consegue o que desejava a qualquer custo. Ela obteve o que queria, mas perdeu a batalha contra o eu, contra si mesma. Às vezes a batalha acontece na mesa, na hora da refeição. O menino come tudo que deseja e nunca sabe quando parar. Pode até ficar doente. Esse menino também perdeu a batalha contra o eu. A vida em si é uma luta, uma batalha todos os dias, e todos nós estamos lutando. Ninguém quer perder, ninguém assume que alguma vez perdeu na vida. Saiba que muitas vezes é melhor aprender a perder 10 para ganhar 20 na próxima oportunidade. Ninguém ganha sempre nesta vida, porque aqui o mais comum é sempre perder. Aos vendecores, a Sra. White tem uma frase bem ao ponto: “Todo aquele que entrar na cidade de Deus pelas portas, fa-lo-á como vencedor e sua maior conquista terá sido a do próprio eu” (Testemunhos Seletos, vol.3, pág.381)

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