Meditação diária de 16/07/2017 por Flávio Reti
16/07/2017
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Meditação diária de 17/07/2017 por Flávio Reti

17 de julho

Dia de proteção às florestas

Salmos 83:14   “como o fogo queima um bosque e como a chama incendeia as montanhas”

Você deve conhecer a palavra folclore. É uma palavra que herdamos do Inglês, formada de duas outras palavras (folk lore) e que significa sabedoria do povo, ou sabedoria popular. E dentro do folclore brasileiro há muitas lendas herdadas dos negros trazidas da África e dos índios, que já estavam por aqui. Uma delas, dentre as muitas, fala de um ser mitológico de nome Curupira. Segundo a lenda, o curupira é um índio que habita as matas brasileiras. É um ser de baixa estatura, de cabelos avermelhados e com os pés voltados para trás, muito esperto e muito forte. Ele vive para proteger as florestas e os animais da floresta. Seu objetivo é frustrar os caçadores, lenhadores e outras pessoas que destroem as matas brasileiras. A fim de assustar os caçadores e lenhadores, ele produz um assovio muito agudo. Dificilmente ele é visto porque ele sabe se disfarçar. Ele é grande conhecedor das matas e sabe todos os truques da floresta. Com seus pés virados para trás, ele despista os caçadores e lenhadores que ao analisar as pegadas pensam que ele foi para um lado, mas na realidade ele foi para outro e quando eles seguem as pegadas eles vão se adentrando na mata até se perderem. Ele deixa os visitantes e caçadores totalmente atordoados perdidos na floresta.    Ele é muito rápido na mata e dificilmente um ser humano consegue segui-lo. A lenda diz que ele adora descansar à sombra das mangueiras e costuma também roubar crianças e levar para morar com ele nas matas. Depois de 7 anos, quando elas já tiverem aprendido os segredos da floresta, ele as devolve para as famílias. Folclore e lenda à parte, mas as matas e florestas precisam de quem cuide delas. O desmatamento varre grandes áreas da Amazônia para criação de pastagem para a criação de gado. O madeireiros, sem nenhum escrúpulo, destroem árvores centenares na ganância de vender a madeira para o mercado exterior. Grandes carvoarias estão dizimando as árvores dos cerrados para produzir carvão que vai aquecer as churrasqueiras de todo o Brasil. Os órgãos do governo são impotentes para interromper o desmatamento e a devastação.

Apocalipse 8:7 fala de uma queimada que atinge a terça parte da terra. “…e foi queimada a terça parte da terra, a terça parte das árvores e toda erva verde” (Apoc.8:7). Na realidade é uma linguagem figurada, mas buscando nos comentários do livro de Apocalipse concluímos que se tratou da invasão do Império romano pelos Visigodos, iniciando pela Trácia, Macedônia e a Grécia e chegando até a cidade de Roma, França e Espanha.  Parece tudo ficção, Curupira, Visigodos na Europa, queimada da terça parte da terra. Mas não se deixe iludir, não se trata de curupira iludindo caçadores, trata-se de uma profecia afirmando que a terra e as obras que nela há estão sendo entesouradas para o grande dia da ira de Deus, quando “os céus passarão com grande estrondo e os elementos ardendo se dissolverão e a terra e as obras que nela há serão destruídas” (II Ped.3:10).

Nosso planeta inteiro, não só nossas florestas estão sendo dizimados pelo homem. Estamos destruindo nosso próprio lar, como aquele cervo que comeu a moita que o abrigava e quando chegaram os cães ávidos no encalço da caça, ele foi pego de surpresa. Um dia o Senhor destruirá aqueles que destroem a terra (Apoc.11:18). Mas tudo isso é nada quando pensamos que a terra e as obras que nela há serão um dia destruídas pelo fogo purificador. Deus promete fazer novas todas as coisas (Apoc.21:5) e para fazer uma nova no lugar dessa ele terá que destruir essa. E Ele afirmou que não ficará nem raiz e nem ramo, querendo dizer “totalmente”. Pergunta-se: Onde estará você, onde estaremos nós quando esse dia chegar? Pense agora, porque no dia não vai ser possível mais.

 

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