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Meditação diária de 17/07/2019 por Flávio Reti – William James Sidis

17 de julho

Provérbios 3:13  “Feliz é o homem que acha a sabedoria e o homem que adquire entendimento”

William James Sidis

De vez em quando, surge, aqui e ali, uma criança prodígio. William James Sidis foi uma dessas com habilidades matemáticas e linguísticas extraordinárias. Primeiramente, ele entrou para a universidade de Harvard aos 11 anos, viveu normalmente sua vida pública e após a sua morte ainda continuam as especulações a respeito de seu quociente de inteligência (QI) que alguns especialistas afirmam ser a maior pontuação na história. Ele gostava de escrever e publicou vários livros, mas sempre usando pseudônimo. William James era filho de judeus russos que imigraram para os Estados Unidos, seu pai era um fugitivo da perseguição política na Ucrânia. Pai e mãe eram doutores em medicina na terra natal e se sujeitaram a fazer trabalhos secundários nos Estados Unidos. Tanto o pai como o filho William eram poliglotas e seguiam uma educação rígida da família. Falavam nove línguas (Inglês, Latim, Russo, Grego, Francês, Alemão, Hebraico, Turco e Armênio) e dizem que O jovem William já conseguia ler o jornal New York Times aos 18 meses de idade. Inicialmente a Universidade de Harvard se opôs à entrada de William com 9 anos alegando que ele ainda era uma criança, mas a direção acabou criando um programa especial para superdotados e William dentro do programa era o mais saliente e avançado. Com 12 anos ele dava palestras de nível elevado sobre matemática no Clube de Harvard sobre corpos quadridimensionais e com 16 anos recebeu seu título de bacharel. Por causa disso os demais alunos, pouco inteligentes, ameaçaram-no de agressão e seus pais tiveram que mudá-lo para outra Universidade no Estado do Texas. No ano seguinte, com 17 anos, ele já estava desenvolvendo seu programa de doutorado. Mas com toda essa ultra capacidade, William certo dia acabou preso por participar de uma manifestação socialista nas ruas de Boston e foi sentenciado a 18 meses de detenção. Na sua audiência, ao ser preso, ele declarou que objetava à entrada dos Estados Unidos na 1ª Guerra mundial, que era um socialista e que não acreditava em Deus. Já se podia perceber sinais de distúrbios mentais e seus pais procuraram interná-lo em um sanatório na Califórnia e vendo que nada resolvia estavam pensando em transferi-lo definitivamente para um asilo. Ao escapar do sanatório ele voltou para a costa leste e só conseguia trabalhar fazendo tarefas simples, e se tornou um colecionador de bilhetes usados nos bondes elétricos e cortou relações com seus pais. Morreu com 46 anos de idade, em Boston, de uma hemorragia cerebral. Seu pai também morreu de igual causa com 56 anos. Lendo assim superficialmente temos a impressão de que ele era inteligentíssimo e regrediu ao invés de crescer no conhecimento. Já para nós, a promessa é que no céu o conhecimento será crescente, contínuo e não terá fim, porque sempre haverá novos horizontes para descobrir. “E ao transcorrerem os anos da eternidade, trarão mais e mais abundantes e gloriosas revelações de Deus e de Cristo. Assim como o conhecimento é progressivo, também o amor, a reverência e a felicidade aumentarão. Quanto mais aprendem os homens acerca de Deus, mais Lhe admiram o caráter. Ao revelar-lhes Jesus as riquezas da redenção e os estupendos feitos do grande conflito com Satanás, a alma dos resgatados fremirá com mais fervorosa devoção” (Eventos Finais, pág.305)

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