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Meditação diária de 17/04/2021 por Flávio Reti –Quando ainda não havia anestesia?

17 de abril

Quando ainda não havia anestesia?

Isaías 26:3  “Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti, porque ele confia em ti”

As doenças sempre existiram, mas a anestesia é bem recente. O costume era colocar neve (gelo) na região a ser operada, embriagar o paciente ou aplicar técnicas de hipnose para aliviar a dor. E quando isso não funcionava? O jeito era operar mesmo a sangue frio, imobilizando o paciente à força. Pensa numa descoberta, ou invenção, que tem uma tremenda aplicação na vida dentro dos hospitais, clínicas e prontos-socorros. A anestesia confere aquela insensibilidade que permite aos pacientes passarem por procedimentos cirúrgicos sem experimentar a dor e a angústia que experimentariam se soubessem que não seriam anestesiados. Essa ausência de consciência reversível acalma muita gente que de outra maneira prefeririam morrer a ter o corpo invadido com dor. Anestesiar é farmacologicamente induzir a amnesia, a analgesia, a falta de resposta, perda de reflexos musculares, deixando o corpo à mercê dos cirurgiões. Desde os tempos de Hipócrates, o famoso médico da Grécia antiga, vários tipos de plantas já vinham sendo experimentadas para anestesiar, especialmente com o ópio da papoula. Alguns xamãs dentre os Incas mastigavam folhas de coca e cuspiam no local da incisão para fazer as vezes de anestésico. Mas foi apenas em 1842 que o médico Crawford Long usou éter para anestesiar um paciente. E só em 1849 ele publicou sua experiência e tornou público o uso do éter. Foi um dentista que ousou administrar anestesia em um evento de cirurgia pública por inalação de éter, mas não sabia das experiências de Crawford. O dentista foi convidado pelo hospital geral de Massachusetts para demonstrar sua nova técnica e um outro cirurgião removeu um tumor do pescoço do paciente sem dor e com o paciente em estado de inconsciência. Experimentando gases para anestesiar, chegaram ao clorofórmio comprovadamente eficaz, mas mais perigoso do que o éter e pela falta de experiências levou muita gente à morte desnecessariamente. Imagine que para o anestesista agir ele precisa do paciente monitorado com eletrocardiograma, batimentos cardíacos, pressão arterial, nível de oxigenação do sangue, temperatura e outros quesitos próprios da situação. Há uma outra atividade que também põe o indivíduo fora da consciência, é o hipnotismo que no passado, nos dias da Sra. White, era chamado de mesmerismo (Praticado por Luis Mesmer) e ela aconselha muito contra essa atividade. Ela acha que ninguém deveria submeter a mente à vontade de outrem, como acontece no ambiente do hipnotismo. Essa é uma artimanha de satanás para apanhar os incautos, logo, muito cuidado com essa atividade. Vamos ficar só com a anestesia porque é uma ciência estudada e cientificamente comprovada para não corrermos riscos de alguma influência satânica.

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