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Meditação diária de 17/04/2019 por Flávio Reti – Benjamin Franklin

17 de abril

II Tessalonicenses 3:10  “…Se alguém não quer trabalhar, não coma também”

Benjamin Franklin

Esse não foi pouca coisa, não! O homem era jornalista, editor, autor de artigos e livros, político defensor da abolição, foi funcionário público, enxadrista, diplomata, cientista e inventor, dá pra copiar uma camarada assim? Mas parece que a humanidade se esqueceu de tudo que ele foi e fez e se fixou numa de suas invenções: o para-raios. A gente brinca aqui no Brasil falando em 1.001 utilidades, por causa de uma propaganda da Bom Bril, mas nosso Ben tinha essas mil e uma utilidades. Foi o primeiro embaixador americano na França. Foi líder na revolução americana, líder da igreja calvinista e adepto do movimento iluminista no mundo. Seu pai foi apenas um fabricante de velas que se casou duas vezes e conseguiu produzir 20 filhos, dos quais Ben era o 17º. Aos dez anos ele abandonou a escola e já começou a trabalhar, de início com um irmão que tinha um jornaleco e ele foi impressor, mas brigou com o irmão e fugiu para Nova York, depois para Filadélfia e logo se achou em Londres, do outro lado do Atlântico e voltou a trabalhar como gráfico. Passou por muitas experiências e, por incrível que pareça, voltou aos Estados Unidos e, depois de criar uma rede de livrarias, ele se propôs a criar uma Universidade. Imagine, alguém que abandonou a escola aos dez anos criando uma universidade, a Universidade da Pensilvânia! A essa altura ele já bem de vida, não precisava mais de dinheiro, e resolveu se dedicar à pesquisa científica com a eletricidade e a energia estática. E foi empinando uma pipa que ele chegou a descoberta do para-raios. Daí para frente ele só se preocupou com suas pesquisas, com temas científicos, com a política e com a proteção de seu patrimônio. São dele também a invenção das lentes bifocais, tão comuns nos óculos de todo mundo hoje, também o corpo de bombeiros. Faleceu em 1790, mas deixou atrás de si um rastro de sucesso um após o outro e de uma influência benfeitora em todo ramo de atividade em que se metia, primeiramente porque saiu do nada e conseguiu suplantar todos os obstáculos até se fazer grande e reconhecido no mundo. Muito diferente de muitos que sendo negligentes deixam sempre atrás de si um rastro de humilhação. São palavras de Coelho Neto: “Só os fracos, os impotentes quedam na resignação; os enérgicos insurgem-se, lutam, dão combate à vida e vencem”. Coelho Neto disse mais: “O que sobe por favor deixa sempre um rastro de humilhação”. Deu Deus aos homens o sagrado encargo de trabalhar e nunca comer seu pão de graça. A indolência, o ócio não estão no plano de Deus para a felicidade dos homens, mas o trabalho sério está. E se o trabalho foi dado por Deus, então, pode crer que é mais uma bênção disfarçada em trabalho. O apóstolo Paulo, escrevendo aos irmãos de Tessalônica, sabendo que havia lá alguns irmãos não muito afeito ao trabalho, disse o seguinte: “Quem não quiser trabalhar, não coma também” (II Tess. 3:10).

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